O que aconteceu: em São Paulo, uma passageira relatou ter feito uma corrida em um veículo de aplicativo com redes de proteção nas janelas laterais. A motorista, que conduzia sem comunicação com a passageira, chamou a atenção pela adaptação. A ideia foi associada a táticas de roubos no trânsito.
Quem está envolvido: Beatriz Furquim, profissional de recursos humanos, foi quem descreveu a situação. A motorista não foi identificada, e as plataformas Uber e 99 não se posicionaram sobre o uso das redes.
Quando e onde ocorreu: o relato refere-se a uma corrida realizada na capital paulista. O momento exato não é especificado, apenas que a passagem ocorreu durante o trajeto.
Por que isso acontece: a passageira associou a rede de proteção a uma tentativa de evitar abordagens, especialmente quando criminosos quebram ou acessam vidros. A adaptação, segundo ela, parecia melhorar a segurança de circulação pela cidade.
Quais são os riscos para a segurança viária: especialistas alertam para impactos na visibilidade, evacuação em acidentes e entre imprevistos. A rede pode dificultar a saída de passageiros e a atuação de equipes de resgate em situações de sinistro.
Estado da discussão técnica e legal: a legalidade depende de como a instalação é feita. mudanças estruturais podem exigir vistoria e autorização. Se a rede afetar a visibilidade, pode haver infração grave conforme normas do Contran.
Posicionamento das plataformas e da indústria: Uber e 99 não se pronunciaram sobre o tema; indicaram a Amobitec, que afirmou priorizar a segurança por meio de recursos tecnológicos, como localização compartilhada e integração com o sistema de emergência, sem tratar especificamente da rede.
Opções e recomendações para segurança: especialistas sugerem usar películas legais, reduzir a exposição do celular e intensificar o policiamento. A ideia é ampliar a segurança sem criar novos riscos de acidentes graves.
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