A última semana de maio será marcada por mudanças no tempo em todo o Brasil, após uma sequência de dias com frio intenso no centro-sul. A massa de ar polar perde força, mas a chuva retorna a várias regiões, incluindo áreas tradicionais de menor chuva neste período. A previsão é da Climatempo.
A frente fria deve avançar pela costa do Sudeste, fortalecendo a chuva entre quarta e quinta-feira e elevando as precipitações no interior paulista e mineiro no fim de semana. O tempo permanece frio pela manhã, com temperaturas mais amenas à tarde em São Paulo.
No Sul, o frio perde intensidade gradual, mas madrugadas ainda serão suaves. A chuva volta a ocorrer com frequência, impulsionada por diferentes sistemas, atingindo os três estados da região no início da semana.
Sudeste e Sul terão maior instabilidade
A região Sudeste deve ter aumento de instabilidades, com retorno de chuvas fortes na metade da semana. No interior de São Paulo e Minas Gerais, a previsão aponta pancadas ao longo do fim de semana.
No Sul, as chuvas devem ocorrer de forma moderada a frequente já nos primeiros dias. Uma nova massa de ar frio chega ao Sul no fim de maio, porém com menor intensidade que as últimas semanas.
Centro-Oeste terá tempo firme
O Centro-Oeste tende a manter tempo seco e estável, com elevação gradual das temperaturas. Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul devem ter sol mais presente, favorecendo tardes mais quentes após o frio recente.
Nordeste e Norte mantêm instabilidade
No Nordeste, áreas litorâneas, mata e agreste devem permanecer com instabilidades, com chuva frequente e temporais entre Maranhão, Piauí e Ceará. O interior nordestino segue com tempo seco e altas temperaturas.
Na Região Norte, há alto índice de umidade com perturbações que mantêm temporais no centro-norte do Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Já o sul da região deve permanecer sob influência de tempo seco.
Olhando para o mês seguinte
A Climatempo aponta que junho começará com a passagem de uma nova frente fria pelo Sul e Sudeste. Mesmo com o sistema, a tendência é de não haver redução acentuada de temperaturas.
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