Hilde Ann Lynn, americana de 40 anos, foi encontrada morta no Rosewood São Paulo, hotel de luxo na região central da capital, no domingo, 31 de maio. No quarto, havia uma garrafa vazia de vodka, um copo ao chão e diversos comprimidos sobre a cama.
Um homem que se apresentou como cirurgião plástico da vítima esteve no hotel na tarde de ontem, após não conseguir contato pelo celular. Segundo ele, Hilde estava no Brasil há cerca de três semanas, para um procedimento estético, e fazia uso de drogas; ele disse ainda que, dias antes, a levou a uma UPA por suspeita de overdose.
A gerência acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após encontrar Hilde desacordada. O óbito foi constatado no local. Na véspera, o sistema do hotel registrou uma reclamação de Hilde e amigas por comportamento embriagado e demonstrações íntimas em público que teriam constrangido outros hóspedes.
A Secretaria de Segurança Pública informou que foram requisitados exames no Instituto de Criminalística (IC) e no Instituto Médico-Luluperfígio (IML), com o caso registrado como morte suspeita no 78° DP, que atende a região dos Jardins. O Rosewood São Paulo afirmou colaborar com as autoridades desde o início da apuração.
Em nota, o hotel informou que confirmou a morte de Hilde Ann Lynn e que tem prestado total cooperação às autoridades, sem comentar detalhes adicionais para preservar a privacidade da hóspede e de seus familiares. O Rosewood São Paulo foi inaugurado em 2022, com diárias que variam de cerca de R$ 4.400 a R$ 22.374.
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