A Unipac de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais, tirou a universidade do campus e levou para o campo. Foi criada uma nova grade curricular no curso de agronomia, com foco na fruticultura local. A medida visa tornar a formação mais prática e conectada ao mercado.
A adaptação curricular levou em conta parcerias com agricultores e empresas do setor. O objetivo é formar profissionais prontos para atuar na fruticultura, atividade em expansão na região. Disciplinas específicas ganharam lugar no currículo, junto a visitas técnicas.
A iniciativa inclui aulas práticas em fazendas e unidades de produção de frutas, além de projetos de extensão. A ideia é proporcionar experiência real aos estudantes, com foco nos desafios e nas oportunidades do setor. A universidade busca impactar a economia local.
Parcerias com escolas do ensino médio
Na UFV, em Viçosa, a atuação é similar: a universidade fechou parceria com uma escola rural para integrar ensino técnico e superior. Estudantes do ensino médio acompanham atividades acadêmicas, pesquisas e projetos de extensão.
A coordenadora do projeto, Maria Oliveira, afirma que a meta é incentivar jovens pela ciência e pela agricultura. Ela destaca que a universidade caminha junto à comunidade, conectando formação técnica e superior.
A mobilização entre Teófilo Otoni e Viçosa mostra que levar ensino para além do campus favorece estudantes, produtores e a sociedade. A fruticultura mineira movimenta recursos e empregos, reforçando a relevância da aproximação universidade-comunidade.
A consolidação dessas iniciativas sinaliza que a inovação educacional passa pela integração com a realidade regional. As ações fortalecem o papel da universidade como agente de desenvolvimento local, com foco na fruticultura.
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