O Museu Boijmans Van Beuningen, em Roterdã, negou obstruir investigações sobre a proveniência de obras da coleção Koenigs, após relatos da imprensa NL. O espaço ressaltou que coopera com pesquisas em curso e rebateu a acusação de bloqueio à investigação.
Um estudo recente aponta que milhares de urnas de pedra antigas encontradas no Laos são ossuários, chamados de “death jars” por cientistas. A descoberta é atribuída a uma equipe internacional de arqueólogos.
Paralelamente, uma nova exposição traz à tona a pintora Raymonde Arcier, feminista e autodidata francesa, falecida aos 86 anos. O legado inclui trabalhos que vêm ganhando reconhecimento tardio no meio artístico.
Freud e a polêmica da assinatura
Artista Lucian Freud, que sempre negou ter pintado o retrato Man in a Black Scarf, teve a autoria comprovada por evidências científicas. Triunfo de autenticadores aponta Jameson, amigo retratado, como figura retratada em 1939, quando Freud era aluno.
A obra será apresentada pela primeira vez no Garden Museum, em Londres, junto a outros retratos do mesmo período. A controvérsia envolve disputas entre antigos donos e avaliadores que discutem a autenticidade de obras ligadas ao pintor.
Koenigs e a restituição
O Boijmans Van Beuningen afirmou que não houve obstrução de pesquisas sobre a coleção Koenigs, que inclui Rubens, Rembrandt e Van Gogh. A instituição participa de investigação com o Restitution Expertise Centre e nega mudanças de versão do caso.
RELATOS SOBRE A COOPERAÇÃO
A instituição diz ter conduzido estudos independentes que contrariam alegações de dano às obras. A defesa ressalta que o museu coopera com autoridades e mantém registros de pesquisa abertos para verificação pública.
Obamalisk sob escrutínio
À medida que o Obama Presidential Center se aproxima da abertura em Chicago, críticas ao projeto ganham força. A construção, estimada em 850 milhões de dólares, suscita debates sobre o impacto urbanístico no Jackson Park.
Usuários e especialistas destacam a badalada Sky Room e a visão do entorno como justificativas para a escolha do local, mas apontam disputas legais sobre uso de áreas públicas. O centro promete centros de pesquisa com estúdios e espaços para a comunidade, muitos gratuitos.
Entre na conversa da comunidade