O fundo patrimonial da PUC-Rio para captação de recursos de acessibilidade já soma mais de R$ 28 milhões, com meta de chegar a R$ 35 milhões até 2028. A iniciativa é promovida pela Alumni PUC-Rio, associação de ex-alunos da universidade, e conta com apoio de Rodolfo Marinho, sócio-diretor da IP Capital Partners, que também é ex-aluno beneficiado por bolsa de estudos na instituição.
A campanha fortemente foca em engajar antigos alunos na manutenção de futuras bolsas e projetos de inclusão. A Alumni PUC-Rio celebra 75 anos e busca reposicionamento para ampliar participação e responsabilidade social entre os seus cerca de 200 mil ex-alunos.
Fundo patrimonial e regras de governança
A soma de recursos doados se utiliza apenas os rendimentos reais, preservando o principal para recomposição da inflação. A iniciativa opera dentro da Lei 13.800 de 2019, com auditorias externas e um conselho de administração formado por referências do setor, incluindo Arminio Fraga, Marcelo Trindade e Rogério Xavier, além de Rodolfo Marinho, Marcos Gadelha e Luiz Roberto Cunha no conselho fiscal.
Campanha e formatos de participação
O programa prevê a categoria Doador Pioneiro, com 50 vagas de cotas de R$ 300 mil, diluídas em três anos. Há também a opção Doador Visionário, destinada a aportes acima de R$ 2 milhões. Os recursos captados devem financiar projetos pontuais e o fundo definitivo, garantindo sustentação financeira a longo prazo.
Visão institucional e objetivo
Segundo Bárbara Christian, presidente da Alumni PUC-Rio, o dinheiro aplicado hoje gera frutos futuros, fortalecendo a formação de líderes no Brasil. Marinho aponta que a convivência de diferentes perfis no campus enriquece o ambiente universitário e melhora a resposta a desafios nacionais. A transparência é citada como elemento central para atrair novos doadores.
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