A organização da 30ª Parada LGBT+ de 2026 em São Paulo mobiliza mais de 1,5 mil policiais para garantir a segurança do evento neste domingo, 7 de junho. Além da Polícia Militar, a operação envolve a Polícia Civil e a Decradi, com reforços para o policiamento e o atendimento ao público.
O planejamento prevê monitoramento por drones e câmeras, com equipes posicionadas na região central, na Avenida Paulista e ao longo da Rua da Consolação. O objetivo é ampliar a proteção e melhorar a agilidade de atendimento durante a programação.
Estrutura de fiscalização e apoio operacional
Unidades especializadas da PM atuarão no esquema, incluindo Cavalaria, Choque, Policiamento de Trânsito, Corpo de Bombeiros e Aviação. O programa Olho de Águia oferece imagens em tempo real ao Centro de Operações.
Para controlar o fluxo de pessoas, serão instalados gradis e torres de observação em locais estratégicos da Paulista e da Consolação. O Corpo de Bombeiros participa da operação para suporte de emergência.
Polícia Civil e atuação preventiva
As delegacias da capital terão plantões reforçados durante o evento. O Garra, do Dope, atuará na prevenção de roubos, furtos e crimes patrimoniais no entorno.
O DHPP também participará da operação, com equipes da Decradi prontas para registrar denúncias e crimes envolvendo intolerância e raciais. A atuação busca reduzir ocorrências e ampliar a sensação de segurança.
Este texto foi originalmente publicado pela Agência SP, em 5 de maio de 2026, às 10h53. O conteúdo é livre para republicação, com devidas citações à fonte, adaptado ao padrão do Poder360.
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