Taylor Parker, mulher do Texas, está no corredor da morte após ser condenada em 2022 pelo assassinato de Reagan Simmons-Hancock, amiga que estava grávida. Parker também seria responsável pela retirada do bebê da vítima, em 2020, no estado do Oklahoma. A história ganha nova visibilidade com um documentário da Netflix.
O crime ocorreu em 9 de outubro de 2020, na casa da vítima, em Claremore, Oklahoma. Parker feriu a amiga repetidamente, removendo o feto com um bisturi. A filha de Simmons-Hancock, a bebê Braxlynn, não sobreviveu. Parker foi flagrada pela guarda estadual logo após o ato, com o bebê morto em seus braços.
Parker foi presa, confessou o crime e alegou ter sido surpreendida pela violência do episódio. O júri a considerou culpada de homicídio qualificado em outubro de 2022, com sentença de morte em novembro do mesmo ano. A defesa contestou a classificação de homicídio qualificado.
Durante apelação, advogados contestaram a validade da acusação de homicídio qualificado, alegando que a criança pode já ter nascido morta no momento do suposto rapto. Também argumentaram que a cobertura midiática durante o julgamento prejudicou o processo, o que não alterou o veredito.
Parker, hoje com 34 anos, é uma das sete mulheres na fila de execução no Texas. O tribunal de apelações do estado manteve a decisão, assim como o Supremo Tribunal dos EUA, que negou revisar o caso. Ainda não há data marcada para a execução.
Netflix Documentary
Maternal Instinct, novo documentário da Netflix, revisita o caso e a estratégia de defesa. A produção promete reconstruir os eventos e trazer entrevistas com envolvidos, além de examinar questões legais complexas ao redor do crime. A estreia está programada para a próxima semana.
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