A gata Penélope, moradora de Curitiba, desapareceu há dois anos após uma escapada. Silvia Santos da Silva, dona do animal, iniciou buscas, mas só teve um desfecho recente graças à tecnologia de identificação.
Penélope tinha sido microchipada gratuitamente pela Rede de Proteção Animal da Prefeitura durante mutirões de castração. O chip funciona como uma identidade única que vincula o animal aos contatos do tutor.
A reencontrada foi possível quando Jasmine Moreira, moradora do Alto da XV, viu a gata na rua, cerca de seis quilômetros de casa. O animal estava assustado, mas com boa pelagem e sinais de cuidado.
Ao levar Penélope a um veterinário, o scanner detectou o microchip. O cadastro municipal foi acessado imediatamente e a dona Silvia foi avisada, iniciando a devolução.
O histórico da gata mostra que foi resgatada previamente em Piraquara, na Região Metropolitana, e acolhida pelo convívio de Silvia. O chip, instalado no mutirão de castração, foi crucial para a localização.
Jasmine revelou que, sem o microchip, seria difícil vincular a gata à tutora atual, impedindo a recuperação. A moradora também destacou a importância do registro para evitar adoção indevida e facilitar reencontros.
Em Curitiba, o registro eletrônico de animais segue em expansão. O Sistema de Identificação Animal já registra mais de 611 mil animais, com 245 mil possuindo o dispositivo subcutâneo, segundo a prefeitura.
Para quem deseja manter seus pets identificados, a orientação é buscar mutirões de castração e acessar o portal da Rede de Proteção Animal para cadastrar o animal. A iniciativa reforça a posse responsável e a proteção individual.
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