O ato ocorreu neste domingo (14) em frente ao Masp, na Avenida Paulista, em São Paulo, contra a exportação de animais vivos. Manifestantes destacaram impactos ambientais, sanitários e econômicos associados ao transporte de gado para abate em outros países.
Entidades e ativistas do movimento que defende o fim das exportações de animais vivos defenderam a interrupção dessa prática. Eles argumentam que o transporte prolongado expõe os animais a riscos de acidentes, confinamento, superlotação e condições insalubres, prejudicando bem-estar e saúde.
Além de discutir crueldade e ética, apontam que muitos animais chegam com lesões aos portos e sofrem em viagens longas sem espaço adequado. Também citam relatos de ambientes com deficiências sanitárias e uso de caminhões fechados por dias consecutivos.
Contexto e pedidos
Segundo os defensores, existem relatos de navegações de navios com alta capacidade, chegando a embarcar milhares de bovinos, o que aumenta o risco de superlotação e ataques de amônia.
Eles afirmam que a prática é contestada por dispositivos legais, por questões constitucionais de proteção aos animais e por impactos ambientais derivados do transporte de carga viva.
Legislação em tramitação
Atualmente, cinco projetos de lei tramitam no Congresso Nacional para proibir ou aumentar a taxação da exportação de animais vivos. O mais avançado está no Senado, buscando o fim definitivo dessa prática.
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