Dois helicópteros colidiram no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, neste domingo, 14 de junho de 2026, causando seis mortes. O acidente ocorreu em um pátio de automóveis próximo a uma igreja abandonada, que havia sido alugada pela BYD. Uma aeronave explodiu ao tocar o solo; a outra caiu com o trem de pouso para cima. As chamas se alastraram pelos veículos elétricos presentes, provocando explosões adicionais e uma densa fumaça visível a distância.
Entre as vítimas, estavam o comandante de cada helicóptero e quatro passageiros de um dos dois aparelhos. O segundo helicóptero não incendiou, porém houve falha no pouso que resultou na morte de um piloto que ficou preso às ferragens. Fuselagens ficaram espalhadas em um raio de pelo menos 100 metros, com destroços chegando a cair em estruturas próximas, como o terraço de um prédio.
O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, confirmou ter conhecido pessoalmente um dos pilotos, ressaltando que eram profissionais experientes com extensa experiência de voo. Cavaliere destacou que a colisão pode ter sido uma fatalidade, e que a perícia técnica deve esclarecer as causas, com a participação das autoridades competentes. A operação de atendimento mobilizou cerca de 45 militares e 15 viaturas.
Detalhes operacionais e contexto
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59. As aeronaves faziam voos na região quando ocorreu o choque no ar, levando à queda de ambos os helicópteros em pontos distintos do pátio. O acidente gerou deslocamento de moradores e curiosos, além de respostas emergenciais de órgãos de segurança e resgate.
Até o momento, não foram divulgados os nomes das vítimas pelas autoridades. As investigações devem apurar a dinâmica da colisão, as condições de operação e eventuais fatores que contribuíram para o incidente. Novos desdobramentos devem ser anunciados assim que houver informações oficiais.
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