A educação no التصميم: projetos em escolas da Carolina do Sul utilizam a culinária para ensinar a cultura Gullah Geechee. Estudantes do ensino médio e universitários participam de atividades práticas sobre as tradições alimentares dessa comunidade descendente de africanos escravizados.
No Charleston County School of the Arts, mais de 50 alunos visitaram o Avery Research Center for African American History and Culture, da College of Charleston. A ação encerrou um curso de inglês de seis semanas sobre memórias, com foco na culinária Gullah Geechee.
A visita teve início com um banquete preparado por um chef local, Reggie Miller, que serviu arroz Carolina Gold, brócolis de John’s Island e frango regional. Ao longo da manhã, os estudantes criaram um fanzine sobre as tradições alimentares.
O que mudou no currículo
O projeto integra história, gastronomia e pesquisa de arquivos, conectando receitas de família à história da região. A ideia é oferecer contexto histórico e social por meio de alimentos apreciados desde a infância.
O professor Patrick Martin, que coordena o curso, recebeu um auxílio de 1000 dólares de uma banca ligada à NCTE, Penguin Random House e a Anne Frank Fonds. Ele pretende manter a iniciativa nos próximos anos.
Expansão estadual e impactos
Em toda a Carolina do Sul, o tema Gullah Geechee ganha espaço em unidades como a Coastal Carolina University. Estudantes produziram projetos multimídia sobre foodways com apoio de uma bolsa de 150 mil dólares do Mellon Foundation.
Os trabalhos destacaram arroz, hibisco, feijão, melancia e couve, analisando a importância histórica dessas comidas para a comunidade Gullah Geechee. Além de pesquisa, as atividades reforçam vínculo com a memória oral e práticas locais.
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