O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pediu desculpas aos moradores que tiveram o celular roubado. Ele disse que esse tipo de crime abala a sensação de segurança e citou a violência associada ao assalto, muitas vezes com arma.
Durante evento de entrega de viaturas e armamentos para as polícias, o chefe do Executivo destacou a necessidade de melhorar a segurança. Afirmou que o Estado tem que garantir proteção e reconheceu falhas no sistema.
O governador lembrou que, neste ano, aproximadamente 84 mil celulares foram recuperados pela segurança pública. Mesmo assim, ele garantiu que não há descanso enquanto houver pessoas sendo vítimas de roubo de celular.
Contexto de segurança em São Paulo aponta mais de 27 mil ocorrências de celular roubado no primeiro quadrimestre de 2026, queda de 23,8% em relação ao mesmo período de 2025. Dados da SSP indicam redução, mas ainda há desafios.
Em abril, a região de Pinheiros, na zona oeste, liderou roubos de celulares, com a Oscar Freire entre os endereços mais afetados, segundo boletins da SSP e apuração do Estadão.
Fontes nacionais apontam que quase um terço dos brasileiros já evita levar o celular por medo de assalto, conforme estudo do FBSP em parceria com o Datafolha. O tema volta a influenciar políticas de prevenção.
Casos marcantes ajudam a retratar o cenário: o homicídio do ciclista Vitor Medrado, em 2023, e um ataque a uma médica, em 2025, mostraram a violência associada a roubos de celular na capital. Ambos motivaram debates sobre segurança.
Em 2025, São Paulo registrou 154.058 roubos e furtos de celulares, na capital, segundo a SSP. O total de 2024 foi 153.820 e, em 2023, 138.633. Dados reforçam a mão dupla de recuperação de aparelhos e evolução de crimes.
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