O chef Henrique Fogaça defende o uso da cannabis medicinal no Brasil, argumentando que a substância deve ser acessível. Ele afirmou que ainda existe muito preconceito e que muita gente confunde temas, criando julgamentos sem conhecer a realidade de pacientes.
Em entrevista à imprensa, Fogaça ressaltou a necessidade de informar a população de forma séria, responsável e acessível. Ele apontou ainda que a burocracia e o custo elevado dificultam o acesso de pacientes que podem se beneficiar do tratamento.
O advogado da defesa da conversa particular com a família passa pelo relato de que a filha dele, Olívia, hoje com 19 anos, recebeu o diagnóstico de uma síndrome rara ainda na infância. O chef disse ter observado melhorias de qualidade de vida com o uso da substância.
Contexto e impactos
A defesa de maior acesso envolve simplificar trâmites regulatórios e reduzir gastos para quem depende da cannabis medicinal. Fogaça diz que mudanças na informação pública são o passo inicial para ampliar o entendimento sobre o tema.
Além disso, ele destacou que a experiência familiar reforça a importância de ampliar o debate público, sem julgamentos, para que mais pacientes tenham disponibilidade de tratamento adequado. O tema segue em discussão no Brasil entre profissionais de saúde e segmentos da sociedade.
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