Gustavo Scarpa, jogador do Atlético, comentou nas redes sociais o avanço de ação contra a empresa de Willian Bigode, atacante do América. A defesa afirmou que a citação dos réus ocorreu por meio de edital, o que gerou recurso negado pela justiça. O processo tramita desde 2023.
A ação envolve investimentos em criptomoedas feitos por Scarpa e Mayke, ambos ex-Palmeiras, indicados por Willian Bigode. Em 2023, reportagem revelou investimentos de cerca de R$ 10,4 milhões na empresa Xland Holding Ltda. Os recursos deveriam ser resgatados em 2022.
Segundo o boletim de ocorrência, Scarpa afirma ter investido R$ 6,3 milhões, e Mayke, R$ 4 milhões, com promessa de rendimentos mensais de 3,5% a 5%. A Justiça aponta indícios de pirâmide financeira no caso.
A ação envolve também a figura de Willian Bigode, dono da WLJC Gestão Financeira, apontado como elo entre os atletas e a empresa. Em 2024 houve bloqueio salarial de Willian, ainda quando atuava pelo Santos, relacionado ao caso.
O processo segue sem conclusão, com citação de réus por edital e avanço em etapas processuais. A Justiça já havia concedido ganho de causa parcial a Mayke, e Scarpa teve bloqueio de salários de Willian confirmado em 2024.
Detalhes do andamento
A defesa de WLJC contestou as citações, alegando irregularidades no procedimento. A Justiça manteve o andamento normal do processo, mantendo as citações por edital conforme decisões judiciais. O caso permanece em fase de instrução.
Scarpa utilizou a rede social para dizer que, após três anos e meio, todos os réus estão citados, e que o desfecho pode ocorrer em breve. A linguagem foi marcada por tom irônico, sem que a postagem indique desfecho definitivo.
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