Um novo método de ataque, chamado bucket hijacking, pode desviar fluxos de dados em nuvem para contas externas controladas por invasores. A técnica afeta grandes provedores, incluindo Google Cloud, AWS e Microsoft Azure.
Pesquisadores da Unit 42 realizaram simulações em serviços de armazenamento. Eles testaram registros do Google Cloud, replicação do Amazon S3, Amazon Data Firehose e exportações de diagnóstico do Azure Monitor. Em alguns cenários, a configuração parecia válida mesmo após o desvio.
O risco é elevado porque o ataque pode passar despercebido. Sistemas podem continuar operando normalmente, enquanto dados sensíveis são copiados para fora do ambiente confiável.
Ainda não há confirmação de uso em ataques reais por grupos criminosos. A pesquisa evidencia que permissões amplas para excluir recursos em nuvem podem abrir caminho para vazamentos persistentes.
O que é bucket hijacking
O ataque explora a necessidade de nomes de buckets serem únicos dentro de cada plataforma. Quando um bucket é apagado, outra conta pode tentar registrar o mesmo nome, conforme as regras de cada provedor.
Como funciona na prática
Pesquisas mostram que a configuração pode parecer válida mesmo após o desvio. Isso indica que auditabilidade e detecção podem falhar em cenários complexos de nuvem.
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