Na era da IA, educadores discutem como evitar que a tecnologia substitua o pensamento crítico. Autores da PUCPR destacam que o avanço da IA gera risco de redução da educação a um ciclo de replicação de conteúdos, sem reflexões profundas.
Pesquisadores Murilo Karasinski e Patricia Eliane da Rosa Sardeto enfatizam a metacognição como etapa essencial da aprendizagem. Eles defendem que questionar caminhos, métodos e impactos da IA ajuda a manter a educação humana e reflexiva.
Segundo o debate, referências como Sócrates, Kant e Vargas Llosa aparecem para contextualizar a necessidade de pensar com cuidado diante das novidades tecnológicas. A discussão aponta para conversas entre professores, formações contínuas e espaços de reflexão na universidade.
Contexto e desdobramentos
A partir do estudo da metacognição, os docentes destacam a importância de monitorar processos cognitivos e promover autorregulação. O objetivo é orientar profissionais a escolher estratégias eficientes de ensino diante da IA e de novas demandas.
A dupla de pesquisadoras integra o Observatório de Inteligência Artificial na Educação Superior da PUCPR, reunindo experiências para fundamentar práticas pedagógicas futuras. O grupo busca embasamento teórico para orientar decisões institucionais.
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