A febre dos álbuns da Copa ganhou espaço nas escolas brasileiras. Alunos, educadores e famílias participam de uma campanha que transforma o lixo invisível das figurinhas em educação ambiental. A iniciativa é liderada por Livia Ribeiro, sócia-fundadora da Reconectta, empresa especializada no tema.
O foco é o chamado liner, aquele papel que sobra após colar as figurinhas. Mesmo parecendo comum, ele é composto por várias camadas, incluindo plástico e uma fina camada de silicone, que não se dissolve na água. Descartá-lo junto ao lixo comum causa impactos ambientais expressivos.
A ação envolve coleta em casa, entrega na escola e encaminhamento correto para reciclagem. Crianças guardam os liners, depositam-nos em caixas nas escolas e, ao final, todo o material vai para a POLPEL, em Guarulhos (SP), para o reprocessamento industrial.
Como funciona a dinâmica nas escolas
Na prática, a Rede Reconectta oferece suporte pedagógico e logístico. Professores recebem materiais explicativos para trabalhar o tema em sala. As escolas interessadas podem se inscrever pela campanha oficial, integrando a coleta ao currículo e ao projeto educativo.
O objetivo é ampliar a conscientização ambiental sem perder o foco educativo. A parceria envolve estudantes, docentes e famílias, fortalecendo a reciclagem seletiva como prática cotidiana dentro das instituições.
Envolvimento e desdobramentos
A POLPEL, empresa especializada, atua como destino final do material recolhido, garantindo o processamento adequado. A campanha busca ampliar a coleta de liners em todo o país, ampliando o alcance educativo e ambiental.
As escolas que aderirem continuarão recebendo orientação da Reconectta, com avaliações e materiais didáticos. A iniciativa demonstra como ações simples podem ampliar a educação socioambiental dentro do ambiente escolar.
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