A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (25), a Operação Leste do Espinhaço, para desarticular uma associação criminosa suspeita de fraudar benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e causar um prejuízo estimado de R$ 86 milhões aos cofres públicos.
A ação é realizada em conjunto com o Ministério da Previdência Social, e ocorre em municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. Segundo a pasta, a operação é uma das maiores já realizadas nos 26 anos de atuação da Força-Tarefa Previdenciária.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (25), a Operação Leste do Espinhaço, para desarticular uma associação criminosa suspeita de fraudar benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e causar um prejuízo estimado de R$ 86 milhões aos cofres públicos.
A ação é realizada em conjunto com o Ministério da Previdência Social, e ocorre em municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. Segundo a pasta, a operação é uma das maiores já realizadas nos 26 anos de atuação da Força-Tarefa Previdenciária.
+ ANPD multa TikTok em R$ 153,7 milhões por falhas na proteção de menores
Ao todo, foram cumpridas 91 medidas determinadas pela Justiça Federal. Entre elas estão 25 mandados de prisão preventiva, 33 de busca e apreensão e 33 medidas assecuratórias, que têm como objetivo garantir a preservação de bens e valores relacionados aos crimes investigados.
+ Eclipse lunar quase total será visto no Brasil nesta quinta
As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios mineiros de Ipatinga, Timóteo, João Monlevade, Ipaba, Belo Oriente, Matozinhos, Ribeirão das Neves, Engenheiro Caldas e São João do Manteninha, além de São Gabriel da Palha, no Espírito Santo.
Fraudes em benefícios do INSS
De acordo com a investigação, foram identificados 457 benefícios fraudados, dos quais 240 permanecem ativos. A estimativa é de que as fraudes tenham provocado um prejuízo de aproximadamente R$ 86 milhões à União.
+ Saiba o que é a Febre do Nilo Ocidental, infecção com 4 casos no Brasil
Com a interrupção dos pagamentos considerados irregulares, a economia estimada aos cofres públicos é de mais de R$ 35 milhões.
Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado e associação criminosa, segundo a Polícia Federal.
Entre na conversa da comunidade