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Vereador e PM são alvos de operação por ligação com o PCC em SP

Suposto líder do PCC que teria adquirido e negociado mais de 20 veículos de luxo foi preso em condomínio de luxo

Ação do Gaeco e da Polícia Militar cumpre mandados em Itatiba e Campinas; principal alvo foi preso em condomínio de alto padrão | Divulgação/Gaeco
Ação do Gaeco e da Polícia Militar cumpre mandados em Itatiba e Campinas; principal alvo foi preso em condomínio de alto padrão | Divulgação/Gaeco

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de São Paulo (MPSP), e a Polícia Militar deflagraram, na manhã desta terça-feira (15), uma operação contra suspeitos de integrar uma estrutura do Primeiro Comando da Capital (PCC) no interior de São Paulo.

O principal alvo da ação, identificado como Tim, foi preso com a esposa em um condomínio de alto padrão em Itatiba. Segundo o Gaeco, ele é suspeito de integrar o núcleo de comando e de lavagem de dinheiro da facção.

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De acordo com o Ministério Público, durante a investigação, Tim teria adquirido e negociado mais de 20 veículos de alto padrão, entre eles Lamborghini, Ferrari e Porsche.

Vereador é alvo de buscas

A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de um vereador de Itatiba e na Câmara Municipal da cidade. Conforme o Gaeco, o parlamentar é investigado por suspeita de integrar o núcleo de monitoramento da organização criminosa.

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A Corregedoria da Polícia Militar também cumpriu mandados em Itatiba contra um policial militar. Ele é investigado por suposta relação com o principal alvo da operação.

Lojas de veículos são investigadas

Três lojas de veículos, duas em Itatiba e uma em Campinas, também foram alvo de mandados por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro.

Segundo o Gaeco, o proprietário de uma das lojas teria atuado como uma espécie de “banco” para Tim, realizando pagamentos que, somados, ultrapassam R$ 2 milhões.

A investigação apura ainda a movimentação financeira e a eventual participação dos alvos na estrutura criminosa.

Mais de 160 policiais participam da operação

A ação conta com a participação de promotores de Justiça e de mais de 160 policiais militares, além do apoio do helicóptero Águia e de cães de faro da corporação.

Até a publicação desta reportagem, o Ministério Público não havia divulgado detalhes sobre todos os mandados cumpridos nem informado o resultado completo da operação.

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