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Alckmin defende Brasil como parceiro comercial e comenta memorando de Trump sobre tarifas

- O vice-presidente Geraldo Alckmin comentou sobre memorando de Donald Trump. - O documento prevê tarifas recíprocas para países que taxam produtos americanos. - Alckmin destacou a competitividade do etanol brasileiro e sua menor pegada de carbono. - O governo brasileiro busca diálogo contínuo com autoridades dos EUA sobre comércio. - A medida de Trump visa países com déficit na balança comercial com os EUA.

O vice-presidente e ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, comentou sobre o memorando assinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estabelece a cobrança de tarifas recíprocas para países que impõem taxas sobre produtos americanos. Alckmin enfatizou que o comércio exterior deve ser baseado em um modelo “ganha-ganha”, onde a reciprocidade não […]

O vice-presidente e ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, comentou sobre o memorando assinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estabelece a cobrança de tarifas recíprocas para países que impõem taxas sobre produtos americanos. Alckmin enfatizou que o comércio exterior deve ser baseado em um modelo “ganha-ganha”, onde a reciprocidade não se limita a alíquotas iguais, mas sim a um equilíbrio em que cada país vende e compra conforme sua competitividade.

O ministro destacou a importância do diálogo entre o Brasil e os EUA, afirmando que o governo brasileiro está comprometido em ouvir a iniciativa privada e manter conversas construtivas. Alckmin também abordou a questão do etanol brasileiro, ressaltando que este é produzido a partir da cana-de-açúcar, o que resulta em uma pegada de carbono significativamente menor em comparação ao etanol de milho, utilizado nos EUA. Ele explicou que, enquanto o açúcar brasileiro tem uma cota de importação, o imposto de importação para volumes que excedem essa cota é de 90%.

Trump, ao assinar o memorando, reforçou sua intenção de taxar parceiros comerciais, especialmente aqueles com os quais os EUA apresentam déficit na balança comercial. O documento não especifica tarifas para países individuais, mas estabelece uma diretriz geral de reciprocidade, visando pressionar nações que dificultam o comércio com os Estados Unidos. Alckmin reiterou que o entendimento e o diálogo são essenciais para a análise e o aprimoramento das relações comerciais internacionais.

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