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Dez harmonizações de pratos e vinhos surpreendentes no restaurante Coutanceau

Dez harmonizações de Christopher Coutanceau acompanham o menu oceânico, do champanhe magnum a vinhos de Sancerre, Costières de Nîmes e Borgonha

Nicolas Brossard, un sommelier passionné au cœur de la cave du Christopher Coutanceau.
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  • O sommelier Nicolas Brossard, co-proprietário do restaurante três estrelas Christopher Coutanceau, apresenta dez harmonizações de vinhos para o menu Sortie en Mer.
  • Entrada: boudin blanc de praires em marinades de pineau, acompanhado de Champagne Philipponnat 2010 (magnum).
  • Segundo prato: bouquet aromático com pastis da ilha de Ré e plantas marinhas, harmonizado com Muscadet Fief de Chaintre 2023, de Jean-Baptiste Hardy.
  • Prato de vieiras com espinafre e nabo: Costières de Nîmes Art Blanc 2023, Clos des Centenaires, que equilibra a gordura da roussanne.
  • Ostras especiais com caviar Dauricus e ervas, harmonizadas com Jurançon sec Serres Sèques 2023, Domaine Lajibe.

Nicolas Brossard, sócio e sommelier do restaurante três estrelas de Christopher Coutanceau, em La Rochelle, apresentou seus 10 pares de vinhos para acompanhar o menu Odisséia Marinha, denominado Sortie en Mer. As escolhas unem terroirs franceses e a ideia de harmonizar cada prato com vinhos distintos.

O cardápio começa com um boudin blanc de praires em marinière de pineau, acompanhado de champagne Philipponnat 2010. O sauvignon de Sancerre La Côte d’Amigny 2020 entra para dar tensão aos mariscos, segundo Brossard.

O segundo prato traz bouquets vivos, pastis da ilha de Ré e plantas marines, harmonizado com muscadet Fief de Chaintre 2023. O sommelier ressalta leveza e subtileza para permitir a expressão do prato.

A trilha de frutos do mar segue com noix de Saint-Jacques, espinafre e nabo, combinada ao Costières de Nîmes Art Blanc 2023. O vinho equilibra a gordura do prato, mantendo a potência do vinho branco.

Na sequência, a ostra especial nº 4 com caviar Dauricus recebe jurançon sec Serres Sèques 2023, de Domaine Lajibe. O enólogo declara a exuberância dos vinhos Gros Manseng e Petit Manseng.

Prossegue-se com tourteau, brioche de algas e capuchinha, harmonizado com Riesling Grand Cru Pfersigberg Lieu-Dit Sundel 2023, de Domaine des Trois Terres. O vinho é descrito como seco, delicado e de grande presença.

Para a etapa Bourgogne, o prato com encornet em preto e branco recebe Pinot Noir Monthelie 1er Cru Les Champs Fulliot 2019, de Caroline Frey. O enólogo ressalta vivacidade, corpo e notas de evolução que agradam ao prato.

O passeio enogastronômico encerra com Puligny-Montrachet Clos du Vieux Château 2021, de François Carillon, associado a merluza com cedrat. O crítico compara a elegância do Chardonnay à bisseção entre beurre e tensão gastronômica.

Ao final, uma nota de contorno: medusa com yuzu e algas é harmonizada com Poiré Granit 2024, de Eric Bordelet, seguido de dessert de coing, pêra e açafrão com vodka Banquise, elaborada pela casa Godet. O conjunto busca surpreender o paladar com frescor e contraste.

O sommelier conclui que é essencial sair da zona de conforto com vinhos ou bebidas que funcionem como sobremesa, mantendo o espírito de viagem sensorial proposto pelo menu.

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