- O livro Designing Coffee, de Lani Kingston, reúne 60 cafeterias citadas, com foco em estética, identidade de marca e experiência do espaço, não apenas na bebida.
- A obra apresenta cafeterias e torrefações consideradas inovadoras e fotogênicas, destacando como o design atrai clientes e se destaca nas redes sociais.
- Entre os exemplos, estão locais como The Budapest Café em Budapeste, conhecido por tons pastéis e layout que lembram set de filme.
- São citados ainda o Metric Coffee, de Chicago, que redesign de marca enfatizou transparência e sustentabilidade; Fritz Coffee Company, de Seul; Process Coffee, de Belfast; Melrose Café, de Hong Kong; e Genovese Coffee House, de Sydney.
- A galeria também traz cafés em Berlim, Minsk, Kiev, Reino Unido, Vietnã e outros, evidenciando tendências como espaços minimalistas, referências culturais e inspirações em filmes e cultura pop.
A obra Designing Coffee, de Lani Kingston, destaca cafeterias que vão além do sabor ao combinar design e experiência. Segundo a autora, espaços bem cuidados ajudam a fidelizar clientes em meio à concorrência nas redes sociais.
O livro reúne 60 cafeterias selecionadas, apresentando identidade de marca, embalagens e arquitetura. A curadoria enfatiza ambientes que funcionam como atração visual e cultural, além da qualidade da bebida.
Entre os exemplos, está a The Budapest Café, em Budapeste, valorizando tons pastéis e formas abertas que lembram set de cinema. O local convida a explorar o espaço de forma física.
Destaques internacionais
Chicago abriga o Metric Coffee, que reposicionou a marca em 2020 para valorizar transparência e sustentabilidade, retirando o “café” do logo. A mudança enfatiza valores de comunicação visual.
Seul recebe a Fritz Coffee Company, reconhecida pelo logotipo com selo segurando xícara. O design gráfico sólido ajuda a marca a ganhar identidade no mercado asiático.
Experiências e formatos
Process Coffee, de Belfast, envolve seus grãos em caixas que remetem a fitas VHS, combinando café com referências da cultura pop. A ideia busca diversão sem perder foco no produto.
Hong Kong abriga o Melrose Café, inspirado na cultura cafeeira californiana. Tons rosa e amarelo criam atmosfera de pôr do sol, com cardápio de inspiração LA.
Sydney conta com Genovese Coffee House, que celebra a tradição italiana na torrefação. O exterior imita uma loja italiana de rua, alinhando herança familiar ao espaço.
Berlim recebe o Café Tischendorf, que mescla opções veganas e foco em consumo consciente, com pratos saudáveis e sucos naturais.
Encerramento e panorama
Minsk abriga o Golden Coffee, operação 24 horas com programação musical local, mantendo movimento constante. O espaço busca oferecer experiência contínua para clientes.
Na Flórida, o Barn Owl promove encontros mensais para interessados em café, abrangendo desde novatos até baristas experientes.
Kiev hospeda o Dubler, em um prédio antigo, mesclando sofisticação discreta com toque vintage. O espaço reforça identidade regional com elegância urbana.
No Reino Unido, a rede 200 Degrees Coffee nasceu de uma garagem e se expandiu para dezenas de unidades. A história acompanha escola de baristas e clientes corporativos.
Vietnã, Saigon, recebe Anh Coffee Roastery, com localização central e fachada ampla. Arquitetos exploram ideias para reforçar a presença de marca no mercado emergente.
Fonte consultada: livro publicado em abril de 2023, que avalia tanto qualidade quanto o ambiente oferecido aos visitantes. Credita redes de cafeterias e torrefações como veículos de expressão cultural.
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