- Em maio de 2017, a Decanter destacava a edição Volume 42, número 8, com preço de £4,50.
- Artigo principal apresentava “Best of Italy” com foco em produtores do sul da Itália, incluindo uma rota de Campânia a Sicília e a ideia de vinhos de personalidade.
- A seção “The new Old World” reúne países mediterrâneos e caucasianos como Croácia, Grécia, Turquia, Geórgia, Líbano e Israel, explorando novas regiões e estilos.
- Em “A natural evolution”, Simon Woolf lidera uma degustação cega de 122 vinhos naturais, discutindo definição e critérios de qualidade para a categoria.
- As cartas dos leitores trazem debates sobre vinhos e formatos, incluindo peças sobre artesanato, taças sem haste e sugestões de vinhos mais acessíveis.
- A seção “Guess who?” apresenta o tradicional rastreio visual “Say what you see” com pistas sobre uma vinícola ou produtor mencionado na edição.
O arquivo de maio de 2017 do Decanter é revisitado em um “Archive dive in five”, destacando cinco pontos que chamaram atenção na edição. O texto relembra momentos marcantes do período, incluindo a imprensa noticiando o atentado na Manchester Arena, que confirmou o clima de consternação global.
O foco recai na edição Volume 42, nº 8, lançada em maio de 2017, com preço de £4,50. A capa traz um céu azul profundo e ruínas costeiras, ilustrando o tema principal: “Best of Italy”. Dentro, a publicação aponta cinco pontos-chave que chamaram atenção naquele mês.
Southern stars
Susan Hulme, Mestre do Vinho, apresenta 10 produtores do sul da Itália que mais a impressionaram nos últimos 18 meses. O itinerário acompanha um mapa ilustrado, de Campânia à Puglia, passando pela Basilicata e chegando à Sicília. Hulme destaca nomes emergentes e consolidados, ainda relativamente inexplorados.
A especialista descreve o sul italiano como fértil para uvas de maturação tardia, resistentes ao calor e cultivadas em solos diversos. Segundo she, o conjunto resulta em vinhos densos, com personalidade, criados por vinicultores ambiciosos.
The new Old World
O texto de introdução de Simon Woolf discute a separação tradicional entre Old World e New World. Hoje, afirma, a linha é menos rígida, com o que ele chama de novo Old World surgindo ao redor do Mar Egeu, Cáucaso e regiões adjacentes. Países como Croácia, Grécia, Turquia, Geórgia, Líbano e Israel aparecem como destaques.
Woolf, com atuação recente como presidente regional no Decanter World Wine Awards, aponta a diversidade histórica dessas regiões. A crítica valoriza vitivinicultores, estilos e variedades entre continentes, ampliando o mapa de referência para leitores.
A natural evolution
Woolf também liderou, nesta edição, uma degustação cega de 122 vinhos naturais. Segundo ele, o segmento é heterogêneo e pode atuar como contraponto à uniformidade do mercado. A equipe editorial propõe critérios de qualidade e questiona a necessidade de definições rígidas para a categoria.
A avaliação enfatiza vinhos com expressão própria, refletindo as práticas dos produtores. A ideia é julgar os vinhos por seus próprios termos, mantendo o foco na diversidade e na identidade dos artesãos.
Letters: plus ça change…
A coluna de cartas traz a “Letter of the month” de Paul Davis, de Wimbledon, que incentiva apreciar o vinho pelo sabor, sem se prender a chards de safras. Outra mensagem, de Brian Rauder, de Ontário, relata a decepção ao servir um vinho de valor a convidados que não o apreciaram. Há ainda discussões sobre copos sem alças e sugestões de vinhos mais acessíveis.
Say what you see
A seção lúdica “Say what you see” envolve o editor de arte Patrick Grabham em enigmas sobre produtores presentes na edição. A proposta é desafiar leitores com pistas visuais sobre vinhos e vinícolas, mantendo o tom divertido da publicação.
Se desejar, conte com estas informações para confirmar a leitura de edições históricas ou indicar outros temas para revisitar.
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