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Chefs revelam pratos que comem em arraiá: milho, pamonha, caldinho e espeto

Chefs destacam São João com milho como protagonista, revelando pratos clássicos como croquete de milho, caldo e espeto que definem a celebração

Pamonha doce. Foto: kleberpicui/ Adobe Stock
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  • Rodrigo Isaias, do Benedita Cozinha, sugere começar pelo croquete de milho, seguido de batata doce assada com manteiga de garrafa, requeijão cremoso e vinagrete de pinhão, concluindo com angu de leite com bolonhesa.
  • Mário Santiago, do Lena, como bom mineiro, não abre mão do caldinho de feijão e gosta muito de canjica doce (munguzá) com leite e leite condensado.
  • Irina Cordeiro, do Irina e Cuscuz da Irina, reforça o milho como protagonista e indica lugares como Latada Nordestina, no Brás, e o Espetinho do Luciano, além do Tabuleiro do Acarajé para provar caldinhos baianos.
  • Fabrício Lemos, do Grupo Origem (Salvador), destaca amendoim, milho e o bolo de aipim como itens marcantes do São João.
  • Giovanna Perrone, do Cellar Cave (Santista), não abre mão de pamonha, canjica, pé-de-moleque, caldo verde e quentão, além de acompanhar com pinhão e alcachofra.

São João, festa junina e arraiá marcam o cardápio de chefs de diferentes regiões do Brasil. O objetivo é revelar o que não pode faltar na mesa, com pratos clássicos de milho, mandioca e sabores regionais. A reportagem reuniu especialistas de Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Santos e São Paulo.

Entre os itens mais apontados aparecem croquete de milho, angu de leite e caldinho de feijão, evidenciando a tradição mineira. Cada chef destaca preferências próprias, associadas à memória familiar e à cultura local, mantendo o espírito da festa.

Brasília recebe relatos que privilegiam pamonha doce, bolo de milho e canjica, com a presença esperada de quentão para finalizar. Já em Salvador, o bolo de aipim relembra a infância de uma das chefs, conectando o São João a memórias familiares.

Destaques por região e chef

Em Brasília, Rodrigo Isaias, do Benedita Cozinha, começa pelo croquete de milho, seguido de batata doce em murro com manteiga de garrafa, requeijão cremoso e vinagrete de pinhão. Finaliza com angu de leite e bolonhesa.

Mário Santiago, chef do Lena, mineiro, não abre mão de caldinho de feijão e de canjica doce, servida com leite e leite condensado, segundo a tradição local.

A chef de Brasília, do projeto Eixo – SENAC, prioriza pamonha doce, bolo de milho, canjica e milho assado, incluindo um quentão para encerrar.

Fabrício Lemos, do Grupo Origem, em Salvador, relembra o bolo de aipim, uma lembrança da família, e cita amendoim e milho como itens recorrentes durante o São João no Nordeste.

Giovanna Perrone, de Santos, afirma que pamonha, canjica, pé-de-moleque, caldo verde e quentão são essenciais, ressaltando também pinhão e alcachofra como favoritos.

Irina Cordeiro, em São Paulo, destaca o milho como protagonista da celebração e recomenda dois estabelecimentos locais com forte sabor junino: Latada Nordestina, no Brás, e o Espetinho do Luciano. Ela aponta ainda o Tabuleiro do Acarajé como opção de pratos baianos.

Onde comer e onde fica

Latada Nordestina fica na Rua Almirante Barroso, 23, Brás. Tabuleiro do Acarajé está na Rua Jesuíno Pascoal, 30, Santa Cecília. Espetinho recomendado é o do Luciano, com feijão farofado de cuscuz.

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