- A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) ocorrerá em Belém, capital do Pará.
- O governador Helder Barbalho afirmou que os preços de hospedagem estão se tornando mais razoáveis.
- Reservas de 10 a 15 quartos foram garantidas para cada uma das 196 delegações participantes.
- Barbalho espera maior participação diplomática em comparação à edição anterior, realizada em Baku, no Azerbaijão.
- O governador destacou a importância do evento na Amazônia e a necessidade de todos os países prestarem contas sobre suas metas climáticas.
Apesar das críticas sobre as condições logísticas de Belém, capital do Pará, para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), o governador Helder Barbalho (MDB) afirmou que os preços de hospedagem estão se tornando mais razoáveis. Em declaração feita nesta segunda-feira, 25, Barbalho destacou que foram garantidas reservas de 10 a 15 quartos para cada uma das 196 delegações que participarão do evento.
O governador participou de um painel em São Paulo, ao lado de outros governadores, e expressou otimismo quanto à participação diplomática na COP30, que deve ser superior à edição anterior realizada em Baku, no Azerbaijão. Barbalho minimizou a confirmação de apenas 47 nações até o momento, afirmando que a situação é dinâmica e que a representação está aumentando constantemente.
Expectativas para a COP30
Barbalho ressaltou que países como a China planejam enviar centenas de representantes, o que intensifica a demanda por hospedagem. Contudo, há preocupações sobre a possível falta de representantes da sociedade civil e povos originários devido ao aumento dos custos de viagem. O governador acredita que o simbolismo de realizar a conferência na Amazônia é um ganho significativo, especialmente em um momento crucial de revisão das metas climáticas globais.
A COP30 ocorrerá dez anos após o Acordo de Paris, e Barbalho enfatizou a importância de todos os países prestarem contas sobre suas ambições climáticas. Ele afirmou que a realização do evento na Amazônia traz um significado especial, contrastando com a economia do Azerbaijão, que é fortemente baseada na exploração de combustíveis fósseis.
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