- O governo dos Estados Unidos revogou os vistos de funcionários brasileiros do programa Mais Médicos, incluindo Mozart Sales, alegando envolvimento em trabalho forçado em Cuba.
- Mozart Sales defendeu o programa, destacando seus impactos positivos na saúde pública e a aprovação de 87% da população em pesquisa de 2013.
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o programa é essencial para salvar vidas e que a revogação dos vistos não diminui sua importância.
- A sanção dos EUA também afetou Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde.
- O governo brasileiro continua a apoiar o programa, considerado fundamental para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Após a revogação dos vistos de funcionários brasileiros envolvidos no programa Mais Médicos, o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Sales, defendeu a iniciativa, ressaltando seus impactos positivos na saúde pública. A decisão do governo dos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira (13), foi justificada pela alegação de que esses funcionários teriam atuado em um sistema de trabalho forçado em Cuba.
Em uma postagem nas redes sociais, Mozart Sales descreveu o programa como “iniciativa primordial” para garantir atendimento a milhões de brasileiros. Ele destacou que, desde sua criação, o Mais Médicos contou com a cooperação da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e a participação de médicos cubanos, que já atuavam em outros 58 países.
O secretário mencionou que, em 2013, uma pesquisa do Datafolha indicou uma aprovação de 87% do programa pela população. Ele afirmou que diversas publicações científicas comprovam a melhoria na saúde da população, enfatizando que a revogação dos vistos não diminui a importância do programa.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também se manifestou, afirmando que o Mais Médicos “sobreviverá aos ataques injustificáveis”. Ele reforçou que a iniciativa é fundamental para salvar vidas e que a aprovação popular é o que realmente importa. A sanção dos EUA afetou não apenas Mozart Sales, mas também o ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde, Alberto Kleiman.
O governo brasileiro continua a defender o programa, que é visto como um pilar do Sistema Único de Saúde (SUS), caracterizado por ser universal, integral e gratuito.
Entre na conversa da comunidade