- A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu um prazo até sexta-feira, dia 19, para que a Unimed Ferj e a Oncoclínicas resolvam problemas no atendimento a pacientes oncológicos.
- A medida foi tomada devido a interrupções nos tratamentos e ao aumento da insatisfação entre os beneficiários.
- A ANS exigiu a criação de um canal exclusivo para pacientes com câncer, visando esclarecer dúvidas sobre medicamentos e horários de atendimento.
- A Unimed Ferj deve comunicar claramente que os pacientes em tratamento nas unidades da Oncoclínicas precisam buscar seus prontuários médicos para continuidade do atendimento.
- A Unimed Ferj enfrenta uma dívida de cerca de R$ 1 bilhão e a pressão aumenta à medida que os consumidores aguardam soluções concretas.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu um prazo até sexta-feira, dia 19, para que a Unimed Ferj e a Oncoclínicas solucionem os problemas relacionados ao atendimento de pacientes oncológicos. A medida surge em resposta a interrupções nos tratamentos e ao aumento da insatisfação entre os beneficiários.
Durante uma reunião realizada na última segunda-feira, a ANS expressou sua preocupação com a situação atual e determinou que a Unimed Ferj crie um canal exclusivo para atender pacientes com câncer. O objetivo é garantir um atendimento rápido e eficaz, esclarecendo dúvidas sobre medicamentos e horários de atendimento. Além disso, a ANS exigiu que a Unimed comunique de forma clara que os pacientes que estavam em tratamento nas unidades da Oncoclínicas devem buscar seus prontuários médicos para dar continuidade ao atendimento.
A insatisfação dos beneficiários se intensificou devido à falta de informações e à desorganização interna da Unimed Ferj, que enfrenta uma dívida próxima de R$ 1 bilhão. A Oncoclínicas, por sua vez, comprometeu-se a atender os clientes da Unimed até outubro, mas a cooperativa admitiu dificuldades em manter a continuidade dos tratamentos.
A pressão sobre a Unimed Ferj e a Oncoclínicas aumenta à medida que os consumidores aguardam respostas concretas. A ANS intensificou a fiscalização sobre a operadora, buscando garantir que os direitos dos pacientes sejam respeitados e que os serviços essenciais sejam restabelecidos com urgência.
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