- Existem três tipos de esfoliação: física, química e enzimática, cada um com um modo de funcionamento diferente.
- Esfoliação física usa partículas para remover células mortas por atrito; hoje as partículas são de formato uniforme e controlado para reduzir lesões.
- Esfoliação química utiliza ácidos — glicólico, lático e salicílico — que dissolvem as junções entre as células, promovendo renovação sem fricção.
- Esfoliação enzimática é a opção mais suave, usando enzimas naturais de frutas como mamão e abacaxi para degradar células mortas, indicada para pele sensível.
- Cuidados importantes: evitar exageros (1 a 2 vezes por semana), manter hidratação e proteção solar; pele esfoliada pode absorver mais ativos.
A esfoliação surge como etapa-chave para quem busca pele com glow e textura mais uniforme. Segundo a farmacêutica Raquel Carvalho, CEO da Labotrat, esse processo age como um acelerador inteligente da renovação celular. Embora o corpo promova a renovação naturalmente, fatores como idade, poluição e estilo de vida podem exigir um suporte adicional.
Raquel explica que a renovação da pele diminui a partir dos 25 anos, tornando a esfoliação cosmética uma aliada para manter a pele ativa, saudável e com melhor desempenho. O mercado oferece diferentes técnicas, cada uma com funcionamento específico.
Esfoliação física
Nesse método, partículas removem células mortas por atrito mecânico. A evolução tecnológica busca evitar lesões, com partículas de formato uniforme e controlado que promovem renovação sem agressão.
Esfoliação química
Agentes ácidos dissolvem as ligações entre células mortas, promovendo renovação sem fricção. Entre os ácidos comuns estão glicólico, lático e salicílico, este último especialmente eficaz em peles oleosas por atuar dentro dos poros.
Esfoliação enzimática
Mais suave, utiliza enzimas naturais de frutas como mamão e abacaxi para degradar seletivamente células mortas. É indicada para pele sensível ou reativa.
Cuidados para evitar danos
O excesso é um grande risco em qualquer tipo de esfoliação. Exageros podem comprometer a barreira cutânea e aumentar sensibilidade. A recomendação geral é aplicar 1 a 2 sessões por semana.
Efeito rebote
A esfoliação química pode ajudar na oleosidade quando bem dosada, mas uso excessivo pode levar ao aumento da produção de óleo pela pele. O equilíbrio envolve limpeza suave, esfoliação controlada e hidratação, mesmo para peles oleosas.
Check-list pós-esfoliação
A fase seguinte é crucial para consolidar os resultados. A hidratação restaura a barreira cutânea. A proteção solar é indispensável, especialmente com o uso de ácidos. No frio, prefira hidratantes; no calor, aumente a proteção.
Uma curiosidade destacada é que a pele esfoliada tende a absorver ativos de forma mais eficiente, potencializando tratamentos subsequentes.
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