Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bebida do dia a dia pode agir de formas diferentes no organismo

A cafeína varia segundo genética; metabolizadores lentos podem apresentar ansiedade e insônia, alertando sobre consumo moderado

Nutricionista aponta as melhores bebidas para controlar o açúcar no sangue
0:00
Carregando...
0:00
  • A cafeína reage diferente no organismo conforme variações genéticas nos genes CYP1A2 e ADORA2, o que pode tornar alguém metabolizador rápido ou lento.
  • Metabolizadores rápidos costumam ter benefícios como maior foco, melhor desempenho físico, auxílio ao metabolismo, recuperação de humor e possível efeito positivo na longevidade.
  • Metabolizadores lentos mantêm a cafeína no corpo por mais tempo, o que pode causar ansiedade, insônia, taquicardia e hipertensão em excesso.
  • Dicas de consumo: geralmente seguro de duas a três xícaras por dia, o equivalente a aproximadamente 200 a 300 mg de cafeína.
  • Evite café após as 16h para quem tem dificuldade para dormir e prefira não adoçar, pois açúcar e adoçantes artificiais podem fazer mal à saúde.

O café, presente na rotina de milhões de brasileiros, tem impactos diferentes no organismo conforme fatores genéticos. Pesquisas citadas por nutricionista Michelle Ferreira apontam variações nos genes CYP1A2 e ADORA2 que modulam a metabolização da cafeína.

Pessoas com metabolismo rápido da cafeína costumam colher benefícios como maior foco, melhor desempenho físico e apoio ao metabolismo. Também pode haver contribuição para a longevidade quando consumido de forma adequada.

Quem metaboliza lentamente a cafeína permanece com a substância no organismo por mais tempo, o que pode aumentar a ansiedade, insônia, taquicardia e hipertensão em excesso. A recomendação é avaliar o consumo especialmente para quem já apresenta desconfortos ou condições de saúde.

O que consideram especialistas

Segundo Michelle Ferreira, a resposta à cafeína varia de acordo com a genética. O estudo cita ainda potenciais efeitos positivos na redução do risco de doenças neurodegenerativas e melhoria do humor, mas tudo depende do padrão individual de consumo.

Dicas de consumo

  • Em geral, até 2–3 xícaras por dia são consideradas seguras (aproximadamente 200 a 300 mg de cafeína).
  • Evite café após as 16h para quem tem dificuldade para dormir.
  • Prefira não adoçar; açúcar e adoçantes artificiais em excesso podem fazer mal à saúde.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais