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Estudo mostra benefícios de exercícios realizados deitado

Dez minutos diários de exercícios deitados melhoram equilíbrio, flexibilidade e coordenação, com baixa carga e potencial benefício para idosos e reabilitação

Créditos: Foto/Divulgação
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  • Estudo em pauta aponta que dez minutos diários de exercícios na posição deitada podem melhorar equilíbrio, flexibilidade e agilidade.
  • Participantes realizaram atividades em decúbito supino por duas semanas, com carga de baixo impacto.
  • Benefícios são atribuídos a adaptações neuromusculares, não ao ganho de massa muscular.
  • Não houve aumento da força máxima; houve melhoria na organização e coordenação do movimento entre tronco e membros inferiores.
  • Limitações: conduzido apenas em adultos jovens saudáveis, duração de duas semanas e sem análise de efeitos a longo prazo; há potencial para uso em esportes, prevenção de quedas e reabilitação, com pesquisas adicionais.

Um estudo publicado na revista PLOS One revela que apenas dez minutos diários de exercícios realizados deitado podem melhorar equilíbrio, flexibilidade e agilidade. A pesquisa avaliou um programa curto em posição supina ao longo de duas semanas.

Os participantes permaneceram deitados com as costas encostadas no chão, praticando as atividades diariamente. A líder da pesquisa, Yoriko Atomi, indica que os ganhos são atribuídos a adaptações neuromusculares, não a ganho de massa muscular.

Segundo a pesquisadora, os benefícios aparecem principalmente no controle motor, com carga menor e maior segurança em relação a treinos em pé. A posição reduz demanda dos músculos antigravitacionais, favorecendo tronco e coordenação.

O estudo não identificou aumento de força máxima, mas melhor organização do movimento, especialmente entre tronco e membros inferiores. A metodologia pode interessar atletas e populações com dificuldades para exercícios mais intensos.

Pesquisadores destacam possíveis aplicações para melhoria do desempenho esportivo, prevenção de quedas e reabilitação. Mesmo assim, a avaliação ocorreu apenas em adultos jovens saudáveis e por apenas duas semanas.

Resultados e considerações

A equipe ressalta limitações da pesquisa, como o grupo estudado e o curto período. Estudos futuros devem esclarecer duração dos benefícios, frequência ideal e elegibilidade de diferentes faixas etárias.

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