- A menopausa pode reduzir a taxa metabólica basal devido à queda de estrogênio e à perda de massa muscular, aumentando o risco de sarcopenia e de gordura visceral segundo o SWAN.
- Manter o metabolismo ativo passa por ingestão adequada de proteínas e treino de força, pois a preservação muscular é o principal pilar metabólico nessa fase.
- Chá verde: rico em catequinas (EGCG) e pode estimular levemente a termogênese e a oxidação de gordura.
- Chá de gengibre: apresenta efeito termogênico leve e pode melhorar a sensibilidade à insulina, contribuindo para o metabolismo e controle glicêmico.
- Chá de hibisco: com polifenóis e antocianinas, auxilia na redução de gordura corporal e do inchaço, ajudando o equilíbrio metabólico.
O metabolismo tende a desacelerar durante a menopausa, quando há redução da taxa metabólica basal relacionada à queda de estrogênio e à perda de massa muscular. Ao mesmo tempo, aumenta a gordura visceral, elevando risco cardiovascular e afetando a sensibilidade à insulina. O tema ganha destaque ao considerar opções complementares para manter o gasto energético.
Especialistas ressaltam que a redução da massa muscular é central para o ganho de peso na fase. Pesquisas indicam que, independentemente da idade, mudanças hormonais alteram distribuição de gordura e uso de energia, tornando essencial a preservação muscular para o metabolismo. Dormir bem e manter alimentação proteica são fatores-chave.
Para quem busca apoio adicional, chás com compostos bioativos aparecem como complemento, sem substituir hábitos saudáveis. Estudos sugerem efeitos modestos na termogênese e no equilíbrio metabólico, desde que associados a alimentação adequada, prática de atividade física e sono de qualidade.
Chás que ajudam a estimular o metabolismo na menopausa
Chá verde destaca-se pela presença de catequinas, como a EGCG, que pode aumentar levemente a queima de calorias e a oxidação de gordura. A orientação é consumir com moderação, sem exageros, dentro de uma dieta equilibrada.
Chá de gengibre traz compostos com efeito termogênico leve, além de potencializar a sensibilidade à insulina e ajudar na saciedade. O uso pode contribuir para o controle glicêmico na menopausa.
Chá de hibisco possui polifenóis e antocianinas com ação antioxidante. Pode colaborar com a redução de gordura corporal e do inchaço, além de favorecer a retenção de líquidos, segundo avaliações clínicas.
Cuidados com o consumo dos chás
Os chás não substituem hábitos estruturados de alimentação, treino e sono. Quando a prática é sedentária ou a ingestão proteica é baixa, o impacto é limitado. O músculo, o sono e a alimentação equilibrada sustentam o metabolismo.
Atenção a bebidas estimulantes em excesso, principalmente em períodos de maior ansiedade e distúrbios do sono. A resposta é individual e a personalização é recomendada, visto que a menopausa envolve ajustes específicos de cada pessoa.
Por fim, manter o acompanhamento profissional é essencial para orientar escolhas alimentares, exercícios e eventual uso de suplementos. Conteúdo técnico visa oferecer suporte informativo dentro de uma visão clínica.
Beatriz Pinheiro | Portal Tela
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