- Edviga Bobocea, cabeleireira e especialista em coloração, sugere evitar tons de cabelo preto muito intensos ou castanhos escuros a partir dos 50 anos para não acentuar rugas.
- Tons claros ajudam a suavizar as linhas de expressão e dão brilho e vitalidade aos fios.
- Cores quentes, como mel e cobre suaves, devolvem luminosidade à cor e ajudam a projetar uma aparência mais jovem.
- Para grisalhos, é melhor evitar tons muito escuros que criem forte contraste com a pele e acentuem marcas no rosto.
- A recomendação foi publicada pela revista Telva, destacando tanto mudanças completas de cor quanto mechas com efeito rejuvenescedor.
Edviga Bobocea, cabeleireira e especialista em coloração, falou à revista Telva sobre escolhas de cor após os 50 anos. O foco é realçar a luminosidade do cabelo sem acentuar rugas ou marcas de expressão.
A recomendação é evitar tons de cabelo preto muito intenso ou castanhos escuros, que podem endurecer feições e acentuar linhas de expressão. Cores mais claras tendem a suavizar o rosto e transmitir vitalidade.
Para rejuvenescer, as mechas com efeito luminoso ganham destaque, valorizando o brilho natural dos fios. Tons quentes, como mel ou cobre suave, ajudam a devolver saúde à cor e realçam a pele.
Tons que rejuvenescem e segurança na escolha
Para cabelos grisalhos, é indicado evitar contrastes muito marcados com a pele. Cores muito escuras podem intensificar linhas de expressão, enquanto nuances claras ajudam a harmonizar o visual.
Se houver mudança completa de cor ou apenas mechas, o objetivo é trazer luz ao rosto. A especialista aponta que tons próximos aos reflexos solares devolvem brilho e projetam uma imagem mais jovem.
Cirurgia de informações: a entrevista foi publicada pela Telva e traz orientações para quem busca renovar a aparência capilar sem recorrer a tons extremos.
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