- Técnica usa células-tronco derivadas da gordura do próprio paciente para estimular colágeno, melhorar elasticidade e a textura da pele, além de auxiliar na regeneração dos tecidos.
- O procedimento retira pequena quantidade de gordura de áreas como culote ou flancos, prepara as células e as aplica em tratamentos faciais para rejuvenescimento, flacidez, pequenas volumizações e cicatrizes.
- Busca reduzir efeitos apenas de preenchimento, promovendo resultados progressivos por meio de processos biológicos naturais.
- Vantagens incluem o uso do material do próprio paciente, o que pode reduzir riscos de rejeição, inchaços e incompatibilidade.
- Recomendação: cada caso precisa de indicação médica individualizada, com avaliação da pele, histórico clínico e estilo de vida; procure profissionais capacitados e com foco em segurança.
O uso de células-tronco derivadas da gordura vem ganhando espaço na dermatologia regenerativa. A técnica utiliza o material do próprio paciente para estimular colágeno, melhorar a textura da pele e favorecer a regeneração tecidual. O objetivo é oferecer rejuvenescimento mais natural e menos invasivo.
O procedimento retira pequenas quantidades de gordura de regiões como culotes ou flancos. Após preparo específico, as células com potencial regenerativo são aplicadas em tratamentos voltados ao rejuvenescimento facial, à melhoria da elasticidade e à cicatrização de marcas.
Movimento natural na estética
A tendência é substituir apenas o preenchimento por estímulos biológicos que atuam no próprio organismo. Nos últimos anos, técnicas de medicina regenerativa têm ganhado espaço por prometerem resultados progressivos e menos mudanças perceptíveis na expressão facial.
A dermatologista Natasha Crepaldi destaca a alta capacidade regenerativa do tecido gorduroso. A gordura oferece células com potencial de regeneração e fatores de crescimento que estimulam o colágeno e melhoram a elasticidade e a textura da pele.
Vantagens e cautelas
Entre as vantagens estão menor risco de rejeição e melhor integração do material, já que é do próprio paciente. Esses fatores podem reduzir inchaços e incompatibilidades, segundo a especialista.
Além do rejuvenescimento, estudos avaliam aplicações em cicatrizes de acne, marcas cirúrgicas e recuperação de pele após lasers que provocam inflamação. Pesquisas também exploram efeito anti-inflamatório e reparação de tecidos envelhecidos.
Indicação médica e segurança
Natasha ressalta que o tratamento demanda indicação individualizada e acompanhamento rigoroso. Nem todos os pacientes são aptos, e é preciso avaliar pele, histórico clínico, estilo de vida e expectativas.
A médica alerta sobre o crescimento da popularidade e a divulgação nas redes. É fundamental buscar médicos capacitados e priorizar a segurança, antes de considerar a tendência estética.
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