- O relógio biológico é afetado pelos horários das partidas da Copa, que costumam ser tardios.
- O ritmo circadiano regula sono e vigília, e durante a Copa muitos ignoram sinais de cansaço.
- Partidas noturnas ou de madrugada atrasam a liberação de melatonina no cérebro.
- O excesso de telas e estímulos visuais durante os jogos intensifica a agitação e pode prejudicar o sono.
- O fuso horário também dificulta a adaptação da rotina, levando ao cansaço no dia seguinte.
O relógio biológico fica desajustado durante a Copa devido aos horários dos jogos e ao uso intenso de telas. As partidas ocorrem em diferentes fusos, com muitos lances noturnos, o que altera a liberação de melatonina e o ciclo de sono natural.
O efeito é observado em pessoas de várias idades, que relatam cansaço ao acordar, sonolência durante o dia e dificuldade para manter a rotina regular. O cérebro permanece em estado de alerta, mesmo quando o corpo precisa descansar.
A mudança de fuso horário é um desafio recorrente, principalmente quando há jogos madrugada adentro. A exposição prolongada a conteúdos em tela contribui para atrasar ainda mais a fase de sono.
Impactos no corpo e na rotina
O atraso na produção de melatonina regula o sono de forma diferente durante a Copa. Esses desvios podem afetar desempenho, humor e tempo de recuperação física.
Especialistas ressaltam a importância de manter hábitos simples para minimizar os impactos. Diminuir a luminosidade à noite e evitar telas minutos antes de dormir ajudam a facilitar o adormecer.
As informações destacadas foram apuradas por veículos de saúde vinculados ao portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles, com foco em compreender como a competição influencia o sono.
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