- Dona Cleusa, com mais de sessenta anos, tornou‑se influenciadora digital que desconstrói estereótipos da velhice e incentiva o autocuidado.
- Em seus vídeos, ela afirma que o sedentarismo não aparece de uma hora para outra: hoje é cansaço, amanhã pode virar dor e, depois, limitação.
- Ela defende que cuidar do corpo é uma escolha antes que vire necessidade, para evitar fragilidade na saúde na idade avançada.
- A narradora, aos trinta anos, percebe que também precisou aprender a cuidar da saúde e refletir sobre o equilíbrio entre cuidar da família e si mesma.
- A crônica usa a imagem de um pedreiro trabalhando num domingo para provocar a reflexão sobre o que estamos entregando hoje para que a vida cobre amanhã, citando ainda uma refeição simples em Paris que rendeu lembrança.
Dona Cleusa, influenciadora digital com mais de 60 anos, ganhou notoriedade ao desmistificar o envelhecimento e promover autocuidado. Seu conteúdo defende que o sedentarismo se instala aos poucos, começando com cansaço e evoluindo para dor e limitação.
A história é acompanhada pela autora da crônica, que descreve como os vídeos da influencer circulam entre temas como saúde, corpo e relações familiares. O objetivo é incentivar escolhas de bem-estar antes que a necessidade apareça.
A crônica também observa a vida no cotidiano, incluindo uma cena de domingo com um pedreiro trabalhando em um terraço. A imagem funciona como metáfora sobre o que dedicamos hoje para evitar cobranças futuras da vida.
Influenciadora de mais de 60 anos
Dona Cleusa mostra que envelhecer pode ser tratado como uma fase de aprendizado contínuo. Em seus conteúdos, ela enfatiza que cuidar do corpo é uma decisão presente, não uma obrigação futura, e que pais e filhos devem caminhar juntos, com espaço para o cuidado próprio.
A discussão se amplia ao abordar a relação entre tempo dedicado à família e saúde. Segundo a plataforma de vídeos, muitas pessoas chegam aos sessenta com a saúde fragilizada por decades de dedicação exclusiva aos outros, sem reservar momentos para si.
Viagem e gastronomia em Paris
A crônica encerra com uma referência a Paris, destacando o restaurante Piatti, próximo à Champs-Élysées, onde foi provado um escalope à milanesa com frango crocante e molho vermelho, acompanhado de massa. O custo ficou em cerca de 20 euros, segundo a narrativa.
A cidade é apresentada como cenário de lembranças e novas descobertas gastronômicas. A passagem reforça a ideia de que experiências simples podem marcar viagens e estimular a curiosidade para futuras visitas.
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