O bilionário Elon Musk gerou grande movimentação no mercado de criptomoedas ao alterar seu nome e foto no X, antigo Twitter, para Kekius Maximus, resultando em um aumento de quase 4.000% no preço da memecoin. A mudança ocorreu na última terça-feira, 31 de dezembro, e atraiu a atenção de investidores, levando a um influxo significativo […]
O bilionário Elon Musk gerou grande movimentação no mercado de criptomoedas ao alterar seu nome e foto no X, antigo Twitter, para Kekius Maximus, resultando em um aumento de quase 4.000% no preço da memecoin. A mudança ocorreu na última terça-feira, 31 de dezembro, e atraiu a atenção de investidores, levando a um influxo significativo de capital no ativo. Lançado em 16 de dezembro, o Kekius Maximus acumulou uma valorização de 3.910% em duas semanas, segundo dados da CoinGecko.
Entretanto, após a explosão de um carro da Tesla, Musk retirou a imagem e voltou ao nome original, o que provocou uma queda acentuada no valor do token, com uma perda de 65% nas últimas 24 horas. Essa oscilação levou a acusações de manipulação de mercado, uma vez que Musk já possui um histórico de influenciar preços de criptomoedas, especialmente a dogecoin, que ele descreveu como a “criptomoeda do povo”.
O empresário já havia promovido a dogecoin em várias ocasiões, incluindo a troca temporária do símbolo do Twitter pelo da criptomoeda, o que resultou em uma valorização imediata. Recentemente, a dogecoin disparou novamente após Musk ser associado à criação de uma nova agência governamental chamada “Doge”, proposta por Donald Trump. Essa referência ao meme e à criptomoeda beneficiou o ativo em meio à vitória de Trump nas eleições de 2024.
Além disso, um grupo de investidores desistiu de uma ação coletiva contra Musk, que pedia uma indenização de US$ 258 bilhões (aproximadamente R$ 1,59 trilhão), alegando manipulação de preços. A Justiça dos EUA decidiu que não houve evidências claras de manipulação, encerrando a disputa legal.
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