O bitcoin apresenta uma recuperação nesta sexta-feira, com alta de 2,9%, cotado a US$ 84.420,00, após uma semana marcada por quedas significativas. O Ethereum também registra um avanço de 1,56%, alcançando US$ 1.813,28. Apesar do movimento positivo, o bitcoin acumula uma queda de 3,72% na semana, refletindo a aversão ao risco no mercado financeiro.
As tensões na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China têm impactado negativamente o mercado, levando o bitcoin a atingir o patamar de US$ 81 mil. A Capital Economics considera a resposta da China “agressiva”, o que dificulta um acordo comercial entre as duas potências no curto prazo. O JPMorgan classifica o cenário atual como “potencialmente mais perturbador” para os mercados.
James Davies, CEO da Crypto Valley Exchange, destaca que as tarifas estão “redesenhando o comércio global”, o que pode beneficiar as criptomoedas, dada sua natureza descentralizada. No entanto, ele alerta que o futuro das empresas de criptoativos nos Estados Unidos é incerto. Tracy Jin, COO da corretora MEXC, prevê que a volatilidade no mercado cripto deve persistir devido a tarifas retaliatórias e provocações.
Jin sugere que um desaquecimento da economia dos Estados Unidos pode levar o Federal Reserve (Fed) a cortar juros, o que pressionaria o dólar e os Treasuries, limitando os criptoativos. Ela estima que o bitcoin pode variar entre US$ 76.000 e US$ 78.000 até o fim de abril.
O bitcoin tenta se recuperar nesta sexta-feira, com uma alta de 2,9%, cotado a US$ 84.420,00, após quedas significativas durante a semana. O Ethereum também apresenta um avanço de 1,56%, alcançando US$ 1.813,28. Apesar do movimento positivo, o bitcoin acumula uma queda de 3,72% na semana, refletindo a aversão ao risco no mercado.
As recentes tensões na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China impactaram negativamente o mercado financeiro, levando o bitcoin a tocar o patamar de US$ 81 mil. A Capital Economics classifica a resposta da China como “agressiva”, o que dificulta um acordo comercial entre as duas potências no curto prazo. O JPMorgan considera o cenário atual “potencialmente mais perturbador” para os mercados.
James Davies, CEO da Crypto Valley Exchange, afirma que as tarifas estão “redesenhando o comércio global”, o que pode beneficiar as criptomoedas, dada sua natureza descentralizada. No entanto, ele ressalta que o futuro das empresas de criptoativos nos Estados Unidos é incerto. A COO da corretora MEXC, Tracy Jin, prevê que a volatilidade no mercado cripto deve persistir devido a tarifas retaliatórias e provocações.
Jin sugere que um desaquecimento da economia dos Estados Unidos pode levar o Federal Reserve (Fed) a cortar juros, o que pressionaria o dólar e os Treasuries, limitando os criptoativos. Ela estima que o bitcoin pode variar entre US$ 76.000 e US$ 78.000 até o fim de abril.
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