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Bitcoin se valoriza em meio a instabilidade do mercado e tensões políticas nos EUA

Bitcoin atinge US$ 94 mil em meio a tensões políticas e queda das ações, sinalizando possível mudança em seu papel como ativo seguro.

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O Bitcoin atingiu recentemente US$ 94 mil, mesmo com quedas nas ações e tensões políticas, o que pode indicar uma mudança em seu papel como proteção financeira. Tradicionalmente, a criptomoeda se comportava como um ativo de risco, mas agora sua valorização sugere que os investidores estão buscando segurança em meio à instabilidade. A alta de cerca de 12% em quatro dias ocorreu enquanto o S&P 500 e o Nasdaq enfrentavam perdas, e a pressão do presidente dos EUA sobre o Federal Reserve gerou preocupações sobre a interferência no banco central. Isso levou muitos a considerar o Bitcoin e o ouro como opções mais seguras. A gestora 21Shares destacou que o comportamento do Bitcoin se assemelha ao do ouro, reforçando sua imagem como “ouro digital”. O interesse por ativos descentralizados aumentou devido a riscos políticos e à guerra comercial. A narrativa do Bitcoin como proteção contra a inflação ganhou força, especialmente após as quedas nas ações em abril. A gestora QCP Capital acredita que isso pode aumentar a alocação institucional em Bitcoin, com ETFs de Bitcoin nos EUA registrando entradas líquidas de cerca de US$ 1 bilhão em um único dia. A resposta do Bitcoin agora é diferente de ciclos anteriores, onde caía junto com as ações. Na manhã de 24 de abril, o Bitcoin estava em leve queda, cotado a US$ 92.459, após um trimestre negativo, mas acumulava alta de 9,5% nos últimos sete dias. Analistas alertam que a correlação entre Bitcoin e ações pode voltar com a estabilização do dólar, que está em seu menor nível em três anos.

O Bitcoin (BTC) atingiu US$ 94 mil recentemente, em um cenário de queda nas ações e tensões políticas, indicando uma possível mudança em seu papel como ativo de proteção. Historicamente, a criptomoeda tem se comportado como um ativo de risco, mas a valorização atual sugere uma nova dinâmica.

A alta do Bitcoin ocorreu em meio a um ambiente de instabilidade, com o S&P 500 e o Nasdaq enfrentando quedas acentuadas. A pressão pública do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, gerou temores de interferência no banco central, levando investidores a buscar ativos mais seguros, como o Bitcoin e o ouro.

Dados da CoinGecko mostram que a criptomoeda teve uma alta de cerca de 12% em quatro dias. O analista Karim Nabil, da gestora 21Shares, observa que o comportamento do BTC se assemelha ao do ouro, reforçando sua imagem como “ouro digital”. A busca por ativos descentralizados cresceu devido aos riscos de interferência política e à escalada na guerra comercial.

A narrativa do Bitcoin como proteção contra a inflação e a volatilidade ganhou força, especialmente após as quedas nos mercados de ações em abril. A gestora QCP Capital destaca que essa dinâmica pode impulsionar a alocação institucional em BTC. Em um único dia, os ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos registraram entradas líquidas de cerca de US$ 1 bilhão, evidenciando o crescente interesse dos investidores institucionais.

A resposta do Bitcoin contrasta com ciclos anteriores de tensão entre Trump e o Federal Reserve. Em 2019, a criptomoeda caiu junto com as ações. Agora, o crescimento do mercado cripto e a presença de produtos como ETFs facilitaram o acesso ao ativo. Nabil ressalta que a recente ofensiva de Trump contra o Fed expôs a vulnerabilidade dos sistemas monetários centralizados.

Na manhã de quinta-feira, 24 de abril, o Bitcoin operava em leve queda, cotado a US$ 92.459, acompanhando os futuros de Nova York. A criptomoeda, que vinha de um trimestre negativo, acumula alta de 9,5% nos últimos sete dias. Analistas alertam que a correlação entre Bitcoin e ações pode retornar com a estabilização do dólar, que está em seu menor nível em três anos.

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