Eike Batista cumpriu as ordens da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a investigação sobre a oferta irregular do criptoativo $EIKE no Brasil foi arquivada. A CVM havia solicitado que ele parasse de oferecer o token a investidores brasileiros, pois o criptoativo foi considerado um valor mobiliário sem autorização. A autarquia tinha estabelecido uma multa de R$ 100 mil por dia caso a ordem não fosse seguida. Após a interrupção da oferta, a CVM decidiu encerrar a investigação. Eike afirmou que o token foi criado por um grupo americano e que a intenção é comercializá-lo nos Estados Unidos. O projeto está ligado à supercana, que busca cultivar um tipo de cana-de-açúcar mais eficiente para a produção de etanol e embalagens biodegradáveis, com a meta de levantar US$ 100 milhões.
Eike Batista teve a investigação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) arquivada após cumprir a ordem de interromper a oferta do criptoativo $EIKE no Brasil. A CVM havia determinado que o empresário cessasse a oferta do token, considerado um valor mobiliário sem autorização.
A autarquia impôs uma multa diária de R$ 100 mil caso a ordem fosse desobedecida. Com a interrupção da divulgação, a CVM decidiu arquivar o processo. Eike afirmou que nunca teve a intenção de oferecer o ativo no mercado brasileiro e que o criptoativo foi criado por um grupo americano.
O $EIKE está vinculado ao projeto de supercana, que busca levantar US$ 100 milhões de investidores. O projeto visa cultivar uma cana-de-açúcar mais eficiente para a produção de etanol e combustíveis sustentáveis. Além de Eike, outros envolvidos no projeto, como Luis Claudio Silva Rubio e Sizuo Matsuoka, também foram alvos da ordem da CVM.
A EBX Digital Green, uma das empresas de Eike, declarou que o token não se destina à venda no Brasil e que implementou um bloqueio geográfico para impedir acessos locais. O criptoativo foi apresentado em um evento no Rio de Janeiro no mês passado, onde Eike destacou a meta de arrecadar 10% do valor total do projeto com a venda do token.
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