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Objeto brilhante no céu é identificado como estágio do foguete Falcon 9 da SpaceX

Um estágio do foguete Falcon 9 da SpaceX reentrou na atmosfera e foi avistado em várias regiões do Brasil na quarta-feira (14).

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Na noite de quarta-feira (14), um objeto brilhante foi visto em várias partes do Brasil, incluindo Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. Esse fenômeno foi identificado como a reentrada de um estágio do foguete Falcon 9 da SpaceX, lançado em 2014. A Rede Brasileira de Observação de Meteoros (BRAMON) informou que o objeto foi detectado em Brasília às 18h24 e desapareceu na Bahia às 18h28, percorrendo cerca de 1.500 km a uma velocidade entre 6 e 7 km/s. Essa velocidade é considerada lenta para um corpo em reentrada, o que ajudou a descartar a possibilidade de ser um meteoro comum. O estágio do Falcon 9, que ficou em órbita como lixo espacial após sua missão, foi confirmado por especialistas em cálculos orbitais.

A travessia de um objeto brilhante nos céus do Brasil na noite de quarta-feira (14) surpreendeu moradores de várias regiões, incluindo Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. O fenômeno foi identificado como a reentrada de um estágio do foguete Falcon 9 da SpaceX, lançado em 2014.

De acordo com a Rede Brasileira de Observação de Meteoros (BRAMON), o objeto foi detectado em Brasília às 18h24 e desapareceu no céu da Bahia às 18h28, percorrendo cerca de 1.500 quilômetros a uma velocidade entre 6 e 7 km/s. Essa velocidade é considerada lenta para um corpo em reentrada, o que, junto ao rastro persistente, descartou a possibilidade de ser um meteoro comum.

A análise da BRAMON apontou que o estágio do foguete Falcon 9, registrado como NORAD 40108, foi lançado em 5 de agosto de 2014 durante a missão que colocou em órbita o satélite AsiaSat 8. Após cumprir sua missão, o estágio permaneceu em órbita como lixo espacial, até que sua trajetória deteriorou-se, resultando na reentrada observada.

Para confirmar a origem do objeto, a BRAMON consultou especialistas em cálculos orbitais, como Jonathan McDowell e Joseph Remis, que corroboraram a identificação. A ocorrência ressalta a crescente preocupação com o aumento do lixo espacial em órbita terrestre, especialmente com o aumento de lançamentos de satélites.

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