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Moody’s rebaixa nota dos EUA e impulsiona Bitcoin como alternativa ao dólar

Rebaixamento da nota de crédito dos EUA pela Moody's pode impulsionar o Bitcoin como alternativa ao dólar, segundo a Coinbase.

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A Moody’s rebaixou a nota de crédito dos Estados Unidos de AAA para AA1, apontando problemas fiscais e a dificuldade do governo em controlar déficits crescentes. Esse rebaixamento gerou discussões sobre o Bitcoin como uma alternativa ao dólar. Um relatório da Coinbase sugere que a perda de confiança na moeda americana pode levar investidores a diversificarem suas carteiras, incluindo Bitcoin. A análise destaca que a dívida pública dos EUA aumentou significativamente e que a instabilidade fiscal pode fazer com que países busquem outras opções para suas reservas. Se 10% das reservas internacionais forem investidas em Bitcoin, isso poderia aumentar sua capitalização de mercado em cerca de US$ 1,2 trilhão. O Bitcoin, que estava sendo negociado a mais de US$ 105 mil, é visto como um ativo que não depende de governos e pode se tornar mais popular até 2025.

O rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela Moody’s de AAA para AA1 reacendeu discussões sobre o papel do Bitcoin como alternativa ao dólar. A agência destacou a deterioração fiscal e a incapacidade do governo em controlar déficits crescentes. O relatório da Coinbase sugere que essa perda de confiança na moeda americana pode levar investidores a diversificarem suas carteiras, aumentando a capitalização do Bitcoin.

A análise da Coinbase, maior corretora de criptoativos dos EUA, aponta que os déficits gêmeos — fiscal e comercial — e o protecionismo estão corroendo a confiança internacional no dólar. “O Bitcoin se posiciona como um ativo supranacional, neutro em relação a soberanias”, afirma David Duong, chefe global de pesquisa da Coinbase. O relatório sugere que a instabilidade fiscal dos EUA intensifica a busca por alternativas ao dólar.

A Moody’s alertou que os déficits podem chegar a 9% do PIB em 2035. Atualmente, mais de 80% do comércio global é realizado em dólares, mas países com superávits estão se mostrando desconfortáveis em depender da moeda americana. A Coinbase projeta que, se 10% das reservas internacionais forem alocadas em Bitcoin, isso poderia adicionar cerca de US$ 1,2 trilhão à capitalização da criptomoeda.

O relatório também menciona que 2025 pode ser um ano decisivo para o Bitcoin, com o avanço de ETFs e o aumento do interesse em criptoativos. Na noite de domingo, a criptomoeda estava cotada a pouco mais de US$ 105 mil, seu maior valor desde o final de janeiro.

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