O preço do bitcoin está em alta, negociando em torno de $108,000, após ter se mantido acima de $100,000 por mais de uma semana. Analistas notam que, apesar do bom momento, pode haver sinais de exaustão e a resistência deve ser testada. O analista Ari Wald acredita que o preço pode eventualmente superar essa resistência, enquanto Katie Stockton observa que, embora o momento seja positivo, não há sinais de venda e a alta pode não durar muito. O bitcoin subiu 11% em maio e 12% no ano, beneficiando-se do interesse de investidores e empresas.
Bitcoin continua sua trajetória de alta, alcançando R$ 108 mil e se aproximando de níveis de resistência significativos. Após se manter acima de R$ 100 mil por mais de uma semana, a criptomoeda teve um leve aumento, superando a marca de R$ 107 mil no último fim de semana.
Analistas destacam que, apesar do momento positivo, sinais de exaustão podem surgir. O analista de gráficos da Oppenheimer, Ari Wald, afirmou que a resistência deve ser testada, mas a tendência sugere que o preço pode romper para cima. Ele ressaltou a importância de manter o suporte em R$ 92 mil, que está em torno da média móvel de duzentos dias.
Katie Stockton, fundadora da Fairlead Strategies, observou que o momentum de curto prazo é positivo e não há sinais de venda. Contudo, ela alertou que a recente alta pode ser de natureza temporária. “Esperamos que o rally de curto prazo amadureça em breve, ao invés de um rompimento para novas máximas”, disse Stockton.
O desempenho do bitcoin em maio é notável, com um aumento de 11% até agora. O crescimento é impulsionado por um cenário favorável, com mais empresas adotando a criptomoeda e investidores de Wall Street demonstrando interesse. Steven Lubka, diretor da Swan Private Client Services, comentou que o bitcoin se beneficia tanto em cenários de liquidez quanto em momentos de incerteza econômica.
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