A Méliuz protocolou um pedido para uma oferta pública de ações com o objetivo de levantar R$ 150 milhões para comprar bitcoins. Após o anúncio, as ações da empresa caíram 7%. A oferta inicial inclui 17.006.803 ações, podendo ser ampliada em até 200%. O preço das ações será definido em 12 de junho, e as negociações devem começar em 16 de junho. A empresa, que já teve uma alta de 220% no ano, está mudando sua estratégia para focar em investimentos em criptomoedas.
A Méliuz (CASH3) protocolou nesta sexta-feira, 30 de maio, um pedido de oferta pública de distribuição primária para levantar R$ 150 milhões destinados à aquisição de bitcoins. Após o anúncio, as ações da empresa recuaram 7% no Ibovespa, refletindo a reação do mercado.
A oferta inicial contempla 17.006.803 ações ordinárias, com a possibilidade de expansão de até 200% do total. Com base na cotação de fechamento das ações na quinta-feira, que foi de R$ 8,82, a operação pode movimentar um total significativo. A quantidade final de ações ofertadas poderá ser maior, dependendo da demanda, podendo chegar a 34.013.606 ações.
A primeira data de corte da oferta prioritária está marcada para 3 de junho, com o início do período de subscrição prioritária no dia seguinte. A segunda data de corte ocorrerá em 9 de junho, com o encerramento do período de subscrição no dia 10 de junho. A fixação do preço por ação será realizada em 12 de junho, e as negociações das ações e bônus de subscrição na B3 estão previstas para 16 de junho.
As ações da Méliuz, que acumulam uma alta de 220% no ano, enfrentaram forte baixa após o anúncio da oferta. Às 10h14, os papéis da empresa estavam cotados a R$ 8,22, evidenciando a volatilidade do mercado em resposta à nova estratégia de tesouraria da companhia, que visa consolidar o bitcoin como seu principal ativo estratégico.
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