Layssa Victória Barbalho, estudante de física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), classificou 1.024 galáxias em uma plataforma japonesa em apenas cinco dias. A atividade faz parte de um programa que envolve voluntários de todo o mundo na pesquisa astronômica. A classificação das galáxias ocorre através da análise de imagens reais do céu, onde […]
Layssa Victória Barbalho, estudante de física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), classificou 1.024 galáxias em uma plataforma japonesa em apenas cinco dias. A atividade faz parte de um programa que envolve voluntários de todo o mundo na pesquisa astronômica.
A classificação das galáxias ocorre através da análise de imagens reais do céu, onde os usuários identificam se as galáxias são espirais ou elípticas. Layssa detalhou que, além do formato, o “rastro” ao redor da galáxia pode indicar interações com outros fenômenos, como colisões, influenciando a classificação.
Guilherme da Silva Lima, professor de física e coordenador do projeto de extensão de divulgação científica da UFMG, destacou a importância desse trabalho voluntário. Ele enfatizou que, apesar de ser uma colaboração, a contribuição de Layssa é fundamental para a compreensão do universo.
A jovem, moradora do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte, revelou que a astronomia é uma paixão de infância. Além das classificações, Layssa participa de olimpíadas escolares, hackathons e atividades de divulgação científica. Atualmente, ela integra o grupo de astronomia da UFMG e realiza iniciação científica com a professora Bonnie Zaire, astrofísica que descobriu um planeta orbitando a estrela GM Aurigae, a 521 anos-luz do Sol.
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