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Bitcoin supera US$ 107 mil e analistas projetam nova alta para a criptomoeda

Bitcoin se mantém acima de US$ 107 mil, com dominância de 66% e recordes em ETFs, enquanto investidores aguardam movimentações no mercado.

Foto: Reprodução
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O bitcoin está sendo negociado a 107.104 dólares, com uma leve queda de 0,1% nas últimas 24 horas. A criptomoeda, que recentemente ultrapassou 107 mil dólares, continua atraindo investidores, tanto de varejo quanto institucionais, devido a entradas recordes em ETFs. A dominância do bitcoin subiu para 66%, o maior nível desde 2021, mostrando que os investidores preferem segurança em vez de altcoins. Ana de Mattos, analista da Ripio, alerta que a pressão compradora pode estar diminuindo, com suportes em 105.500 e 94.700 dólares, e resistências em 109.300 e 111.230 dólares. Os ETFs de bitcoin nos EUA tiveram 12 dias seguidos de entradas líquidas, totalizando 48,4 bilhões de dólares desde janeiro. Guilherme Prado, da Bitget, afirma que essa recuperação é impulsionada por um ambiente econômico mais estável. O bitcoin está consolidado entre 106.000 e 108.000 dólares, e um rompimento acima de 109.000 dólares pode levar a um aumento até 146.000 dólares até o final de 2025. Os investidores estão atentos a eventos futuros que podem afetar a volatilidade do mercado, especialmente as declarações de Jerome Powell sobre política monetária nos EUA.

Nesta quinta-feira, 26 de outubro, o bitcoin é negociado a US$ 107.104, apresentando uma leve queda de 0,1% nas últimas 24 horas. A criptomoeda, que recentemente superou a marca de US$ 107 mil, continua a atrair interesse tanto de investidores de varejo quanto institucionais, impulsionada por entradas recordes em ETFs.

A dominância do bitcoin atingiu 66%, o maior nível desde 2021, refletindo uma clara preferência dos investidores por segurança em relação a altcoins. Especialistas destacam que o ambiente macroeconômico atual favorece a criptomoeda, que se aproxima de sua máxima histórica anterior, em US$ 112 mil.

Ana de Mattos, analista técnica da Ripio, observa que, apesar da pressão compradora, a força desse movimento está se exaurindo. “Os suportes de curto e médio prazo estão nas áreas de US$ 105.500 e US$ 94.700“, afirma. A analista também aponta que o preço pode buscar resistências em US$ 109.300 e US$ 111.230.

Fluxos Institucionais e ETFs

Os ETFs de bitcoin nos EUA registraram 12 dias consecutivos de entradas líquidas, totalizando US$ 48,4 bilhões desde janeiro, com quase US$ 4 bilhões apenas em junho. Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil, destaca que essa recuperação é impulsionada por um ambiente macroeconômico mais favorável e pela redução da volatilidade geopolítica após o cessar-fogo no Oriente Médio.

No aspecto técnico, o bitcoin está consolidado entre US$ 106.000 e US$ 108.000, com um viés de alta se mantido acima de US$ 105.000. O vencimento de opções de US$ 20 bilhões previsto para amanhã pode intensificar movimentos bruscos no mercado. “Um rompimento acima de US$ 109.000 pode liberar espaço para um rali até US$ 146.000 até o final de 2025″, acrescenta Prado.

Os investidores permanecem atentos a eventos futuros que podem impactar a volatilidade do mercado, especialmente as declarações de Jerome Powell, que podem recalibrar as expectativas de política monetária nos EUA.

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