- A C&M Software sofreu um ataque cibernético que resultou no desvio de R$ 800 milhões de contas de instituições financeiras.
- O ataque evidencia a vulnerabilidade do setor financeiro na América Latina, onde 79% das instituições já enfrentaram ataques de ransomware.
- O Brasil é o país mais afetado na região, seguido por México e Argentina, segundo um relatório da Duke University, Recorded Future e Digi Americas.
- Estima-se que os ciberataques tenham causado danos de cerca de 1% do PIB dos países latino-americanos nos últimos seis anos, totalizando aproximadamente US$ 25 bilhões no Brasil.
- O custo médio de resgates pagos pelas instituições é de US$ 1,2 milhão cada, destacando a necessidade urgente de reforçar as defesas cibernéticas.
A C&M Software, responsável pela comunicação entre 293 instituições financeiras e o Banco Central no sistema PIX, foi alvo de um ataque cibernético que resultou no desvio de 800 milhões de reais de diversas contas. Este incidente destaca a vulnerabilidade do setor financeiro na América Latina, onde 79% das instituições já enfrentaram ataques de ransomware, um índice que supera a média global de 53%.
O relatório “Cenário de Riscos Cibernéticos para o Setor Financeiro da América Latina em 2025”, elaborado pela Duke University, Recorded Future e Digi Americas, revela que o Brasil é o país mais afetado na região, seguido por México e Argentina. Os danos financeiros são alarmantes: estima-se que os ciberataques tenham consumido cerca de 1% do PIB dos países latino-americanos nos últimos seis anos, totalizando aproximadamente 25 bilhões de dólares no Brasil.
Além dos altos valores desviados, o custo médio de resgates pagos pelas instituições é de 1,2 milhão de dólares cada. O ataque à C&M Software não é um caso isolado, mas sim um reflexo de um cenário preocupante que afeta a segurança e a estabilidade financeira da região. As instituições precisam urgentemente reforçar suas defesas cibernéticas para mitigar os riscos e proteger os ativos financeiros.
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