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Viagens com a IA Gemini do Google: o que funciona e o que não

Teste com Gemini do Google facilita planejamento de viagem em Taiwan e Hong Kong, mas erros pontuais surgem, enquanto o Maps oferece orientações em tempo real

Conexão entre recursos do Google: economia de tempo no planejamento
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  • Colunista testou o Gemini do Google, integrado ao Google Flights, Hotels e ao novo recurso Pergunte ao Maps, para planejar uma viagem de 14 dias a Taiwan e Hong Kong.
  • Em cerca de 30 minutos, ele montou roteiros diários com sugestões para família, salvando as listas no Keep para uso posterior.
  • O desempenho foi misto: o Gemini foi eficiente na pesquisa antecipada, mas errou em tempo real, exibindo opções de restaurantes de Taiwan em Hong Kong.
  • O recurso Pergunte ao Maps funcionou bem em situações como encontrar atividades perto de chuva ou refinar restaurantes por localização, com boas opções para a família.
  • Para a próxima viagem ao Havaí, o sistema sugeriu voos e hotéis personalizados, levando em conta que viaja com criança, incluindo considerações de mobilidade e carrinho de bebê.

O colunista de tecnologia do The New York Times testou o Gemini, IA do Google, para planejar uma viagem de 14 dias a Taiwan e Hong Kong com a esposa e a filha de 1 ano e 8 meses. O objetivo era avaliar se a IA acelera o planejamento, geralmente feito com guias e planilhas.

A experiência ocorreu ao combinar o Gemini com o recurso Pergunte ao Maps do Google Maps. O autor buscou uma solução única entre ferramentas de IA para pesquisar voos, hotéis e atividades, reduzindo o tempo gasto em pesquisas manuais.

A preparação inicial ocorreu sobre a possibilidade de testar também planos para futuras férias no Havaí. O experimento utilizou integrações diretas com Google Flights, Google Hotels e com o Keep, aplicativo de notas do Google.

O que funcionou bem

O Gemini, com Personalização, mostrou-se mais eficiente ao planejar itinerários básicos sem exigir muita intervenção. A combinação com Pergunte ao Maps ajudou na seleção de restaurantes e atrações adaptadas a uma viagem familiar.

Durante a viagem, listas geradas pelo Gemini foram copiadas para o Keep e acessadas offline, facilitando o uso diário. O planejamento inicial levou aproximadamente 30 minutos para Taiwan e Hong Kong.

Desafios e nuances

Houve falhas, como a omissão de itens na lista de bagagem, exigindo ajustes manuais. Em tempo real, o assistente apresentou inconsistências ao indicar restaurantes próximos de um hotel anterior em Taiwan ao chegar a Hong Kong.

O recurso Pergunte ao Maps compensou as falhas, sugerindo atividades em locais próximos a situações climáticas ou itinerários por ruas movimentadas, com opções que agradaram a criança.

Voos e hospedagem

Ao pesquisar voos, o Gemini priorizou opções com base no perfil da viagem, não apenas pelo menor preço. Em uma busca pelo Havaí, o assistente indicou opções que envolviam o Aeroporto de São Francisco, mas ajustou a recomendação ao considerar horários adequados para viajar com criança.

Para hotéis, o sistema sugeriu opções em Waikiki compatíveis com famílias e com mobilidade facilitada para carrinho de bebê, ajustando-se ao contexto da viagem.

Considerações finais do teste

A experiência mostra que o Gemini, aliado a ferramentas do Google, pode reduzir o tempo de planejamento e oferecer sugestões personalizadas. Recomenda-se atenção às limitações em tempo real e à necessidade de checagem manual em itens práticos.

Este relatório faz parte de uma avaliação prática sobre o uso de IA no planejamento de viagens, destacando ganhos de produtividade, com ressalvas sobre ajustes pontuais que ainda exigem intervenção humana.

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