O Itaú BBA atualizou sua carteira recomendada de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) para junho, substituindo a Microsoft (MSFT34) pela Alphabet (GOGL34). A mudança visa focar em ações com maior potencial de valorização no curto prazo. A decisão ocorre após a Microsoft atingir níveis próximos à sua máxima histórica.
O índice BDRX, que representa os recibos de ações internacionais negociados no Brasil, teve uma recuperação significativa em maio. Os analistas Fabio Perina, Lucas Piza e Igor Caixeta destacam que o principal desafio agora é romper a barreira dos 22 mil pontos. Se essa resistência for superada, os próximos alvos são 23.100 e 24.700 pontos.
Ações Selecionadas
A nova carteira inclui cinco ações:
1. Mercado Livre (MELI34): A BDR da empresa argentina está em alta, com potencial de valorização de 9,7%. O papel pode buscar resistências em US$ 135,00 e US$ 166,10, desde que mantenha-se acima de US$ 99,60.
2. Amazon (AMZO34): A gigante do varejo digital tem potencial de valorização de 14,6%. Se romper US$ 60,40, pode alcançar US$ 63,85 e US$ 71,85.
3. Inter & Co (INBR32): A única brasileira da lista, com potencial de 4,4%. A ação pode testar a máxima histórica de US$ 42,25.
4. Meta Platforms (M1TA34): Com potencial de valorização de 8,3%, a BDR pode atingir novas máximas históricas, com resistência em US$ 133,00.
5. Alphabet (GOGL34): A nova adição à carteira, com potencial de 15,3%. Se ultrapassar US$ 84,50, pode buscar US$ 89,00 e US$ 103,90.
Desde sua criação em maio de 2021, a carteira do Itaú BBA acumula valorização de 62,23%, enquanto o BDRX registra 68,47% no mesmo período. Em 2025, a carteira apresenta uma queda de 0,91%, em contraste com o recuo de 8,81% do índice.
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