O Copom elevou a Selic em 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira, 18 de junho de 2025, levando a taxa de 14,75% ao ano para 15% ao ano. Foi uma decisão unânime, marcada pela sétima alta consecutiva da política monetária no Brasil.
O ritmo dos aumentos desacelerou neste ciclo, em relação à reunião anterior, quando houve alta de 0,50 ponto percentual. O objetivo declarado é conter pressões inflacionárias, mas a decisão gerou reação entre políticas de oposição e aliados do governo.
Reações e desdobramentos
Críticos de direita apontaram possíveis impactos no custo de vida e na atividade econômica. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chamou a medida de presente do Lula à população. André Fernandes (PL-CE) questionou quem a esquerda irá culpar pela alta.
Entre aliados do governo, Lindbergh Farias (PT) classificou a taxa como indecente e disse que não deve ser normalizado o novo aumento. Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, ainda não se manifestou sobre o tema até as 20h24 de hoje.
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